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  • Quinta dos Roques

www.quintadosroques.pt           

A Quinta dos Roques protagonizou a revolução de qualidade no Dão e sob o firme comando de Luís Lourenço, coadjuvado pelo grande enólogo Rui Reguinga, conseguiu transformar-se “numa das mais prestigiadas quintas e marcas de Portugal”, segundo a Revista de Vinhos. Este é o Dão na sua versão mais clássica, vinhos para quem busca uma viagem sensorial à bela região protegida em três lados por altas montanhas de granito. Envelhecem soberbamente, como atesta João Paulo Martins: “é notável a capacidade destes vinhos para evoluírem bem em cave e estarem em plena forma com quase 20 anos”.

  • Jancis Robinson, que em analogia coloca a Quinta dos Roques como o Château Latour do Dão, comenta ainda que “os vinhos desta propriedade são apresentados nas melhores garrafas de Portugal, adornados com rótulos que transmitem qualidade e seriedade a qualquer enófilo, seja de que nacionalidade for. Tal como os rótulos os vinhos são muito bons”.
  • A linha de vinhos Quinta do Correio reúne a tipicidade regional, a vocação gastronômica e uma excelente relação preço/prazer. O tinto 2010 faturou 15 pontos em 20 na Revista de Vinhos: “fruto expressivo num conjunto equilibrado, com excelente frescura e final polido”.
  • O Dão Encruzado mostra todo o potencial dessa casta autóctone à fermentação em madeira, e já foi reverenciado como o “Melhor da Região” nos “Melhores do Ano” da Revista de Vinhos por algumas vezes. Sem dúvida um dos grandes brancos de Portugal, como atesta Jancis Robinson, que lhe atribuiu 17,5 valores em 20 na safra de 2011: “grande concentração, frescor e persistência”.
  • O volumoso Dão Touriga Nacional é um vinho emblemático desta que é uma das melhores castas autóctones lusitanas. Na safra de 2008 alcançou 17 pontos em 20 tanto no Vinhos de Portugal 2012 do João Paulo Martins, quanto em Jancis Robinson e na Revista de Vinhos.
  • Já o Reserva é um tinto de raça, para encantar qualquer amante dos vinhos do Velho Mundo, com nota 93 na Wine Enthusiast na safra de 2007 e a distinção “Cellar Selection”. A vinha de 30 anos de idade está plantada à antiga, com as castas misturadas, as quais se vinificam juntas. Não se incomode de esquecê-lo por alguns anos na adega.
  • Finalmente chega ao Brasil a fabulosa Garrafeira, da ensolarada safra de 2003, com impressionantes 18 pontos em 20 na Jancis Robinson. Imensa complexidade, com bagas silvestres, caruma de pinheiro e especiarias perfeitamente fundidas no seu amplo registro aromático. Feita para durar e para mostrar quão clássica e majestosa é a Quinta dos Roques no rol dos melhores produtores de Portugal.