Produtores
| África do Sul | Alemanha | Argentina | Austrália | Aústria | Brasil | Chile | Croácia |
| Eslovênia | Espanha | EUA | França | Grécia | Hungria | Itália | Nova Zelândia |
| Portugal | Uruguai |
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África do Sul
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Glen Carlou
www.glencarlou.co.zaPropriedade do colecionador de arte suíço, Donald Hess, Glen Carlou é uma dos nomes certeiros na produção de vinhos sul-africanos dentro do vale de Paarl. Uma região de clima temperado, com verões secos, invernos frios e úmidos, que combinados a variadas condições de solo e exposição criam um mesoclima único para o cultivo de variedades nobres.
Desde 2003 quando foi adquirida pelo grupo Hess Family Estates novos projetos começaram a ser desenvolvidos na parte de viticultura com seleção de porta-enxertos, novos clones e redução de rendimentos no intuito da máxima expressão do terroir. Na cantina a equipe do enólogo Arco Laarman, largamente experimentada em outras regiões vinícolas, está focada e atenta a elaborar vinhos que aliam a pureza e intensidade do Novo Mundo, com a complexidade e frescor dos caldos europeus.
O cultivo nos vinhedos da Glen Carlou seguem os preceitos de sustentabilidade, garantido nos selos colocados em cada garrafa a partir da safra de 2010. Entre os vários trabalhos desenvolvidos estão o uso consciente de herbicidas e pesticidas, a preservação das reservas de água, da flora local (fynbos) e das inúmeras espécies de aves nativas. Além de garrafas mais leves e de rótulos e caixas de papelão recicláveis.
Dividos em três linhas, o estilo de produção da vinícola nas faixas mais acessíveis é de elaborar vinhos modernos, expressivos no olfato e fáceis de gostar em boca, gulosos, com taninos maduros, sem arestas. Para os amantes de origem, a Glen Carlou oferece um Chardonnay e um Cabernet Sauvignon oriundos de vinhedos específicos com solos ricos em minerais.
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Raka
www.rakawine.co.zaA família Dreyer comprou a propriedade em Remhoogte, ao sudeste de Hermanus, em 1982. Piet Dreyer praticava a pesca comercial na época e a sua esposa e filhos tocavam a fazenda na sua ausência, e em 1999 plantaram 10 hectares de Cabernet Sauvignon, Merlot e Shiraz. A cada ano alguns hectares eram adicionados, e os 68 hectares atuais incluem parcelas de Pinotage, Sangiovese, Viognier, Mourvèdre, Petit Verdot, além de vinhedos maiores de Cabernet Franc, Malbec e Sauvignon Blanc, tornando a propriedade auto-suficiente para a composição dos diferentes cortes dos seus vinhos.
Localizada a 17 km de Stanford em um vale nas Montanhas Kleinrivier, através do qual corre o rio Klein. Kleinrivier é a cadeia montanhosa mais meridional do continente africano, e as suas encostas apresentam uma grande variedade de exposições e tipos de solo. A proximidade do mar da fazenda dos Raka assegura o efeito refrescante das brisas da baia de Walker ao entardecer, enquanto que o vento sudeste que sopra da região das Agulhas no Oceano Índico ameniza o calor estival. O recém-demarcado Ward de Klein River (pequena sub-região no sistema sul-africano de Wine of Origin) está dentro do District (região mais ampla) Walker Bay e é mais frio do que as áreas vitícolas tradicionais do Cabo.
A vinícola de propriedade da família foi concluída para a safra de 2002, e funciona por força gravitacional, minimizando o uso de bombas para transferência de mosto e vinho. Está equipada com diversos tanques pequenos de fermentação, possibilitando a vinificação individualizada de cada bloco de vinhedo. Os vinhos também são mantidos posteriormente em baterias de barricas de carvalho francês e americano separadamente.
As uvas são colhidas manualmente em pequenas caixas, as quais são rapidamente transportadas à vinícola. A colheita manual permite uma pré-seleção: os cachos que não estão perfeitamente maduros ou danificados são deixados para trás. Na vinícola as caixas são esvaziadas em esteiras rolantes onde todas as impurezas são separadas das uvas sadias antes do desengace. Depois deste, as uvas são novamente selecionadas, retirando-se aquelas verdes antes do esmagamento, que ocorre diretamente nos tanques. As uvas de cada bloco de vinhedo são vinificadas separadamente em pequenos tanques de inox. Uma maceração a frio pode ser empregada por até três dias antes do começo da fermentação. O chapéu de sólidos é abaixado manualmente a cada quatro horas durante a fermentação (pigéage). Alguns vinhos são deixados em contato com as cascas para um posterior contato após a fermentação. Todos os vinhos tintos são envelhecidos em pequenas barricas de carvalho francês ou americano.
Piet Dreyer sempre foi um pescador. Ainda muito jovem, aos 16 anos, seu pai foi seriamente ferido em um desastre de motocicleta, e ele passou a ajudar no sustento familiar pescando nos fins-de-semana e depois da escola em um barco de um amigo. O mar e a pesca permaneceram suas paixões e o seu barco Raka se tornou célebre entre os pescadores de lula. Como a tinta da lula deixava os barcos totalmente manchados, Piet encomendou um barco negro, eliminando assim a necessidade de pinturas constantes e o denominou Raka em referência ao poema em africânder de N.P. Wyk Louw, sobre uma tribo africana ameaçada por Raka, metade homem metade besta, preto como a noite. Ele tomou este nome como sua marca quando resolveu mergulhar com a mesma paixão na vitivinicultura, e por isso a escolha do slogan: "nascido do mar, guiado pelas estrelas, abençoado pela terra".
Piet e Elna Dreyer possuem quatro filhos. Gerhard, o mais velho, também se tornou um pescador de lulas, deixando Piet livre para realizar a ambição de se tornar um produtor de vinhos de alta qualidade. A mãe Elna e Josef, o segundo filho, trabalham no marketing da empresa e Josef se formou recentemente em viticultura e enologia em Elsenburg - Stellenbosch, de modo que a partir da safra 2007 também estará contribuindo no âmbito enológico. O filho mais novo Pieter também estuda naquela escola e juntamente com a filha Jorika, estão à frente da sala de degustação e das vendas diretas na vinícola nos finais de semana. A família inteira se reúne também na colheita, quando cada mão é muito importante. Como os antigos marinheiros, acreditam no que está além do horizonte, e trabalham firmemente mantendo o curso para o sucesso.
A experiente enóloga Danelle van Rensburg, que trabalhou na Austrália, Suíça e em diversas regiões da França é a consultora do jovem enólogo Josef Dreyer, filho de Piet recém formado na escola de Elsenburg - Stellebosch. Josef acompanha intensamente a empresa desde quando era estudante, do planejamento da vinícola ao plantio dos vinhedos, e nas cinco primeiras safras esteve sempre ao lado do "staff" enológico.
A propriedade está localizada em um vale estreito nas montanhas Kleinrivier, a mais meridional cadeia montanhosa africana. Os vinhedos se desdobram dos dois lados do rio Klein, que sulca as montanhas no seu caminho para a baia Walker no Oceano Atlântico. Desta conformação têm-se vinhedos expostos tanto ao norte quanto ao sul, e outros também a oeste. A altitude varia de 58m para os vinhedos ao lado do rio até 120m para os vinhedos colina acima. Os solos são igualmente diversos, com as colinas mais altas apresentando arenito em decomposição e arenitos denominados Cartrefs. Neste tipo de solo a Sauvignon Blanc e a Shiraz dão excelentes resultados. Os tintos são majoritariamente plantados em "shales" (rochas sedimentares laminadas que retêm calor, moderadamente férteis) do tipo Glenrosa, alguns profundos e ricos, outras áreas pedregosas. Existem também alguns solos arenosos ao longo das margens do rio, nestes a Viognier e a Sauvignon Blanc se destacam. Tanto as castas quanto os porta-enxertos foram selecionados tendo como base a sua perfeita adequação aos diferentes "terroirs". Os ventos predominantes são os do sudeste no verão, que sopram do Oceano Índico através da região das Agulhas, e os ventos chuvosos que sopram do noroeste no inverno. A proximidade dos vinhedos do mar assegura que as frescas brisas marinhas vindas da baia de Walker a oeste ajam resfriando o mesoclima e prolongando o amadurecimento das uvas. Esta conjetura faz com que a região seja 2 graus Celsius mais fria em média anual do que Stellenbosch, predispondo-a para um estilo de vinhos entre o Novo e o Velho Mundo. Por fim, a proteção das montanhas ao sul bloqueia as chuvas vindas do sudeste que costumam assolar Overberg no verão.
Vinhos
Entre os brancos, O Shannonea 2005 é um vinho exótico, delicadamente mineral, cheio de facetas. Seu nome se deve à Erica Shannonea, uma flor indígena que faz parte do bioma "fynbos", um dos mais ricos dos seis reinos botânicos do mundo, com mais de 8.000 espécies de plantas apenas na área de Overberg.
O Sauvignon Blanc ganhou 4 estrelas em 5 tanto na safra 2004 como na 2005, "excellent", no principal guia de vinhos da África do Sul, o "John Platter South African Wines": "golpeia, opção única da fria Stanford: Sauvignon qüintessencial mas com foco, caráter". O safra 2006 ganhou o "Terroir Wine Award" da região de Overberg.
Complexo, intrigante e típico, o tinto Spliced 2003 é uma bela introdução ao estilo passional dos Dreyer. Spliced é a nomenclatura conferida por marujos e pescadores a um remendo de cordas, uma alusão ao combinar, entrelaçar, misturar uvas diferentes.
O Pinotage é a uva emblemática da África do Sul, mas muitas vezes peca pela rusticidade dos taninos, excesso de álcool e acetatos encobrindo a fruta no aroma. O longo amadurecimento que o fresco Ward de Klein River propicia às uvas permite que a Pinotage chegue à completa maturidade fenológica, gerando taninos finos e dóceis, sem que os vinhos fiquem carregados de álcool e aromas decadentes. Nesta safra 2005 ele mostra seus típicos descritores de fruta ameixada, doce de banana, chá e açúcar queimado, mas com caráter vibrante e harmônico.
O "Cape Blend", ou corte do Cabo Figurehead 2004, com seus 14% de Pinotage para dar um toque regional num corte bordalês, mereceu 4 estrelas em 5, "excellent", no "John Platter South African Wines 2006": "possui camadas que se desenvolvem intrigantemente". "Figurehead" descreve aquela figura, normalmente uma mulher ou uma sereia, que é colocada nos gurupés dos antigos veleiros.
O elegante bordalês Quinary 2003 também ficou com 4 estrelas em 5, "excellent", no "John Platter South African Wines 2006". Seu corte entre as cinco variedades de Bordeaux inspirou o nome. Recebeu também o "Double Gold" no importante concurso Veritas da África do Sul.
Um Merlot de rara classe é o Barrel Select Merlot 2005, selecionado das melhores barricas de carvalho francês na vinícola.
O Biography é um estupendo Shiraz, Editor's Choice com 91 pontos na Wine Enthusiast, na safra de 2002.
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Alemanha
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Dr. Heger
www.heger-weine.deFundada em 1935, a vinícola Dr. Heger é uma das mais celebres da Alemanha, e certamente elabora os melhores vinhos de Baden. Esta é a região mais austral e quente da Alemanha, e seu epicentro de qualidade está nas colinas vulcânicas de Kaiserstuhl, entre a Schwarzwald (Floresta Negra) e os Vosges na França. O neto do fundador, Joachim Heger, comanda ao lado da sua esposa Silvia a vinícola histórica, e desde 1986, a homônima Weinhaus Joachim Heger, criada para atender a demanda por vinhos de convidativa relação preço/prazer. Especializado na família Pinot - Blanc, Gris, Noir e Frühburgunder -, Joachim mostra como ninguém o lado da potência e profundidade dos vinhos de Baden. Como não poderia deixar de ser, faz parte da VDP (Verband Deutscher Prädikatsweingüter).
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Eugen Müller
www.weingut-eugen-mueller.deA região do Palatinado (Pfalz) é a continuação geográfica da Alsácia francesa, protegida pelos montes do Haardt e temperada climaticamente pelo rio Reno. Na subzona de Forst, com seus afloramentos típicos de basalto negro, a casta Riesling se veste de uma estrutura e finesse de rara harmonia, possibilitando à família Müller, que hoje está na terceira geração à frente da vinícola, e ao enólogo Jürgen Meißner, escolado em Geisenheim, a confecção de vinhos de alta patente.
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Grans-Fassian
www.grans-fassian.deEstabelecida desde 1624 na curva sinuosa que o rio Mosel faz entre Leiwen e Trittenheim, a vinícola familiar Grans-Fassian faz parte do seleto grupo dos 200 melhores produtores da Alemanha filiados ao VDP (Verband Deutscher Prädikatsweingüter). Seus apenas 10 hectares de vinhedos plantados com Riesling, Grau e Weißburgunder (Pinot Gris e Blanc) se distribuem pelos melhores "Einzellage" do Mittelmosel: Leiwener Laurentiuslay, Drohn Hofberger, Piesporter Goldtröpfchen e Trittenheimer Apotheke, estes dois últimos entre os mais conceituados vinhedos específicos de toda a Alemanha.
Com dois mil anos de história vitivinícola, o vale do Mosel possui uma das mais belas paisagens do mundo, caracterizado pelas encostas íngremes de xisto devoniano da era paleozóica. O clima extremamente frio proporciona um longo amadurecimento às uvas, e vinhos de equilíbrio e pureza inigualáveis. Seu baixo teor alcoólico é compensado no lado da maciez por um agradável toque de açúcar residual, apenas o suficiente para amaciar a acidez afiada e a mineralidade destes vinhos.
Grans-Fassian tem a avaliação máxima em cinco guias importantes na Alemanha: Gault Millau, Eichelmann, Der Feinschmecker, Wein Plus e Stern.
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Hermann Dönnhoff
www.doennhoff.comPara uma boa parte da imprensa especializada, Dönnhoff é não somente o melhor produtor da região do Nahe, mas simplesmente a melhor vinícola da Alemanha na atualidade, e produz os Rieslings mais puros, polidos, complexos e profundos do mundo. Desde 1750 a família Dönnhoff elabora grandes vinhos nesta região que desfila um estilo intermediário entre os vinhos graciosos do Mosel e os consistentes do Rheingau, mas com uma opulência especiada característica. Helmut Dönnhoff tem a sua disposição parcelas nos melhores vinhedos "Erste Lage" da região, numa rica paleta de solos e mesoclimas, para justificar com louvor as máximas 4 estrelas no Hugh Johnson 2008: "Rieslings magníficos em todos os níveis de qualidade".
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Horst Sauer
www.weingut-horst-sauer.deA Francônia (Franken) é uma das mais peculiares regiões vinícolas da Alemanha, célebre pelos seus grandes Silvaner e Rieslings secos, engarrafados em curiosas garrafas bojudas localmente chamadas de Bocksbeutel. Eschendorf é uma das principais cidades vinhateiras da Francônia, próxima a Würzburg, e Horst Sauer "seu principal expoente" segundo o Hugh Johnson 2010, com 3 estrelas em 4. A filosofia da vinícola familiar, membro do VDP (Verband Deutscher Prädikatsweingüter), é da busca incessante pela perfeição nos seus vinhos, que devem transmitir o excepcional terroir do vinhedo Lump em Eschendorf. Horst e sua filha Sandra, lado a lado, fazem da vitivinicultura uma poesia que desafia o tempo, para outras gerações que virão.
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Keller
http://www.keller-wein.deKeller é um dos mais sensacionais produtores da Alemanha no momento, também cotado com as máximas 4 estrelas no Hugh Johnson 2010. Com pouco mais de 30 anos de idade, Klaus-Peter Keller está a liderar o renascimento do Rheinhessen, região antes mais conhecida pela vasta e inconsistente produção dos seus vinhedos coletivos "Grosslage". Sua coleção de vinhedos específicos é invejável, assentados sobretudo em margas calcárias. O cru Hubacker, adquirido junto à Igreja pelo fundador suíço Johann Leonhard Keller, em fins do séc. XVIII é atualmente um dos melhores "Grosses Gewächs" de toda a Alemanha.
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Künstler
www.weingut-kuenstler.deO Rheingau é um das pequenas maravilhas da natureza, uma curta faixa de vinhedos espetacularmente expostos ao sul, por uma mudança abençoada do curso do rio Reno. A vila de Hochheim, cujos vinhos já eram amados por Goethe e emprestaram o nome histórico de Hock a todos os caldos do Reno, recebeu a família Künstler de vinhateiros da Morávia após a 2ª Guerra. Em algumas décadas de trabalho forte e entrega total ao vinho, os Künstler se tornaram uma das melhores vinícolas de toda a Alemanha, membro do VDP (Verband Deutscher Prädikatsweingüter), reconhecida com as máximas 4 estrelas (grandiosa, prestigiosa) de Hugh Johnson em 2008 e premiada em 2001 e 2002 como o "Best German Wine Producer" pelo Institute of Masters of Wine da Inglaterra.
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Meyer-Näkel
www.meyer-naekel.deOs grandes Pinot Noirs da Alemanha são um dos segredos mais bem guardados do mundo do vinho. O vale do Ahr, região vinícola mais setentrional da ex-Alemanha ocidental, acima do paralelo 50º, especializa-se ano após ano como uma das melhores fontes destes vinhos cheios de gosto de terroir. Após cinco gerações de cultivo da videira, a união das famílias Meyer e Näkel deu origem à mais aplaudida vinícola do Ahr, pioneira em grandes tintos secos, talvez os melhores de toda a Alemanha. O visionário Werner Näkel, sua esposa Claudia e filhos cuidam com paixão dos 15 hectares da propriedade e gostam de ser lembrados como embaixadores do caráter dos diferentes sítios que trabalham. Ostentam as máximas 4 estrelas do Hugh Johnson 2010 e são membros do VDP (Verband Deutscher Prädikatsweingüter).
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Von Bühl
www.reichsrat-von-buhl.deFundada em 1849, a vinícola Reichsrat Von Buhl é atualmente o grande nome do Rheinpfalz. Com 57 hectares de vinhedos no "Paraíso dos vinhos finos", como é conhecida a região de Mittelhaardt, a maior parte das vinhas está localizada nos vilarejos de Deidesheim, Ruppertsberg e Forst. São cultivadas Riesling, Spätburgunder, Gewürztraminer, Scheurebe, Grauburgunder, Rieslaner e Weissburgunder nos principais grand crus das três regiões.
Desde 2008 Von Buhl é certificada na produção de uvas orgânicas, não só por idealismo mas por conviçção de que uma abordagem mais natural possível permitirá a obtenção de vinhos melhores e mais puros.
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Argentina
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Colomé
www.bodegacolome.comColomé possui os vinhedos mais altos do mundo, aninhados na Cordilheira dos Andes no nordeste da província de Salta, entre 2.200 e 3.015 metros de altitude. A antiga vinícola Colomé teve a sua fundação em 1831, e ostenta outro recorde como a mais antiga da Argentina ainda em operação, com vinhedos de Malbec e Cabernet Sauvignon pré-filoxéricos plantados em 1854 e dando frutos. O empresário e colecionador de arte suíço Donald Hess, proprietário de vinícolas de ponta no Napa Valley (The Hess Collection), na África do Sul (Glen Carlou) e na Austrália (Peter Lehmann), se apaixonou por este belíssimo altiplano desértico de Calchaquí e adquiriu a propriedade Colomé de 39.000 hectares em 2001.
Os índios nativos e depois os Incas, que chegaram à região no séc. XV, cultivaram estas terras por centenas de anos. A lenda conta que um chefe indígena de nome Colomin foi o pioneiro no plantio de vinhas na localidade, doadas pelos colonizadores espanhóis como recompensa por bons serviços prestados. Os três vinhedos de Colomé (Colomé, El Arenal e La Brava) possuem 101 hectares, dos quais 4 hectares são de videiras de Malbec e Cabernet Sauvignon que vieram antes da filoxera, plantadas em 1854 e irrigadas por inundação através de um arcaico e engenhoso sistema de pequenos canais que operam por força gravitacional. Outros 7 hectares possuem videiras entre 80 e 120 anos, inclusive de Torrontés. Novos vinhedos estão sendo plantados com Malbec, Cabernet Sauvignon, Tannat e Syrah, empregando-se três sistemas de condução distintos, de acordo com estudos dos resultados. Um aspecto muito importante a ressaltar é que todos os vinhedos e mais os 150 hectares de agricultura são trabalhados segundo os preceitos da biodinâmica, com um profundo respeito e entendimento dos seus ciclos biológicos.
O clima do Vale de Calchaquí é excepcional para este tipo de cultivo orgânico, com pluviosidade ínfima de 50 a 120mm/ano, noites frias e dias quentes, estes normalmente entre 25 e 31ºC. O gradiente dia-noite pode chegar a 35ºC. A radiação UV é altíssima, com mais de 350 dias de sol no ano, o que favorece a concentração de cor, aromas e açúcares nas uvas. Os solos são pobres, de caráter aluvial e arenoso, ótimos para a viticultura de qualidade.
Colomé elabora no momento 4 vinhos: o Amalaya (corte de Malbec, Cabernet Sauvignon, Syrah, Tannat e Bonarda), o Colomé Estate (com Malbec, Cabernet Sauvignon e Tannat) e o Colomé Reserva (Malbec e Cabernet Sauvignon pré-filoxéricos) entre os tintos; e um incrível Torrontés de vinhedos centenários como único branco. O enólogo Steve Galvan já trabalhou com grandes nomes da Califórnia, e se beneficiou de experiências no Château Petrus na França e com Alvaro Palacios na Espanha. Steve cria neste "terroir" sensacional alguns dos vinhos mais peculiares e poderosos do Novo Mundo.
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Familia Schroeder
www.familiaschroeder.comA Patagonia é a mais austral de todas as regiões argentinas, abençoada com condições climáticas muito especiais que se traduzem em vinhos maduros e compactos, mas pontuados pela vivacidade da fruta. A família Schroeder, uma das pioneiras nestas altas latitudes, encarou com paixão e visão empreendedora o projeto de buscar neste terroir grandes vinhos, e felizmente encontrou, em seus 140 hectares no promissor vale de San Patricio del Chañar, no noroeste da provincia de Neuquén, não somente o fóssil de um gigantesco dinossauro, mas a possibilidade de criar vinhos únicos. Em 2002 concluíram a construção de uma bodega com todos os avanços que a tecnologia permite. Ao lado do vibrante enólogo Leonardo Puppato os Schroeder contarão também com a sábia consultoria do consagrado Paul Hobbs, nas safras vindouras.
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Finca Las Moras
www.fincalasmoras.comLas Moras foi a primeira vinícola a elaborar grandes vinhos na atualmente prestigiada região de San Juan, desde a reconversão dos vinhedos mirando a excelência em 1993, pelo mais famoso viticultor do mundo, Dr. Richard Smart. Após anos de estudos e ensaios com sistemas de plantação, variedades e tipos de vinificação, a equipe liderada pelo experiente enólogo Eduardo Casademont entregou para o mundo os melhores vinhos de alta gama e inacreditáveis valores da outrora negligenciada San Juan. Parte integrante do mais poderoso e exitoso grupo de vinícolas de exportação da Argentina, o Peñaflor, Las Moras trabalha dentro do conceito de "harmonia viva", respeitando com práticas sustentáveis e orgânicas o meio-ambiente e as pessoas, nos três principais vales da região: Tulum, Zonda e Pedernal.
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Luigi Bosca
www.luigibosca.com.arNenhum produtor da Argentina traduz melhor o espírito desse belo país em seus vinhos do que a centenária bodega Luigi Bosca. Desde a importação das primeiras mudas da Europa em 1890, um só lema defendeu a família Arizu, hoje na quarta geração: "um grande vinho só pode ter origem em um terroir excepcional, e ele deve expressar da forma mais pura todas as virtudes naturais encapsuladas nas uvas". Talvez por isso a vinícola nunca tenha se sucumbido aos internacionalismos fáceis que nivelam os estilos de vários produtores famosos do Novo Mundo. O enorme sucesso dos vinhos de Luigi Bosca se deve não simplesmente ao seu estilo nobre, elegante, complexo, mas à sua autenticidade regional.
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Riglos
www.bodegariglos.comO sonho do mega empresário Darío Werthein, após anos à frente com sua família de uma gigantesca bodega argentina, era o de elaborar alguns dos melhores vinhos do país através de um projeto de pequena escala, assentado em um terroir excepcional. Ao lado do amigo Fabian Suffern, com o qual dividia a coincidência do local de chegada dos seus antepassados na Argentina, o vilarejo de Riglos, decide empregar as uvas da sua Finca Las Divas, no famoso distrito de Gualltallarí em Tupungato, a 1200 metros de altitude, para criar vinhos de alta gama. A bagagem deste grupo de especialistas é notável, e conta ainda com a consultoria do fantástico enólogo americano Paul Hobbs. Com a mesma coragem dos imigrantes que chegaram em Riglos, a bodega quer devolver através dos seus vinhos um pouco desta energia para o mundo.
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Viña Alicia
www.vinaalicia.comFruto de uma excepcional localização nas melhores sub-zonas de Luján de Cuyo e de um estudo aprofundado de mais de 30 anos em microvinificação e avaliação do "terroir", em 1998 Alicia Arizu junto de seu filho mais novo Rodrigo iniciam a elaboração de vinhos que já nasceram na concepção de "Cult wines".
Com 10 hectares de vinhedos plantados principalmente com Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Syrah e outras cepas de difícil adaptação como Carignan, Nebbiolo e Petit Verdot, a bodega tem capacidade para produzir 50.000 litros, mas só comercializa 15.000 garrafas que são exportadas para poucos países como França, Suíça, Alemanha, Grã-Bretanha, Brasil, México e Estados Unidos.
Num clima mediterrâneo seco e com amplo gradiente térmico, as uvas amadurecem a perfeição em vinhedos com uma das maiores densidades por hectare na Argentina. Precipitações anuais de 180mm, somadas a solos de origem aluvial e textura franco-limosa e argilosa, irrigação feita por regos com a água do degelo dos Andes, fecham o cenário perfeito para produção de vinhos singulares.
Os vinhos produzidos sobre uma filosofia de extrema qualidade, são obtidos através de uma acurada seleção no vinhedo, com cada planta rendendo no máximo 3 cachos, o que resulta na máxima concentração nos grãos e rendimentos muito baixos, na ordem de 30-35 hectolitros/ hectare.
Ricos em cores e nos aromas, com grande nível de complexidade, estruturados mas sempre num contexto que preza pela elegância e integridade da fruta. Um arquétipo da mais alta estirpe em vinhos mendocinos que incessantemente agradam aos mais variados críticos. Seu Nebbiolo já foi congratulado por Michael Franz do Washington Post "como o melhor degustado além Itália" e o monumental Cuarzo Petit Verdot, obtido de uma única planta mãe, processo que levou 15 anos para formação desse vinhedo com sub-solo rico no mineral que lhe empresta o nome, recebeu recentemente de Parker na safra de 2006, 95 Pontos.
Para uma melhor compreensão do seu estilo, com uma proposta ainda mais acessível, a Viña Alicia elabora também seu "second vin" na linha Paso de Piedra, vinhos que conquistam pela excepcional maturidade da fruta, num manejo inteligente e muito bem integrado do carvalho.
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Austrália
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Fox Creek
www.foxcreekwines.comTudo tem início no momento em que um grupo de médicos decide pôr em prática a sua paixão pelo vinho em uma das mais promissoras regiões vinícolas da Austrália, o vale de McLaren ao sul de Adelaide. Quando Jim e Helen Watts compraram o vinhedo Fox Creek de 32 hectares em 1984, a despeito das recomendações de não plantarem vinhas nestes terrenos de argila pesada, não esperavam o sucesso que estava por vir em poucos anos de trabalho. A extraordinária qualidade da fruta dos seus vinhedos garantiu já na primeira safra o Trophy de melhor vinho no McLaren Vale Wine Show, para seu Shiraz 1995. O sucesso continuou nos anos seguintes para os vinhos da Fox Creek, e em 2006 o Shiraz Reserve 2004 chegou a ser eleito o melhor vinho do ano de toda a região de South Australia, entre mais de 800 vinhos avaliados, no Hyatt South Australia Award.
Os três vinhedos da Fox Creek estão perto da cidade de Willunga, num raio de 5km, e totalizam 60 hectares. O golfo de St. Vincent está a 7km dos vinhedos, e a forte influência marinha fria se faz sentir em toda a região. McLaren apresenta um clima tipicamente mediterrâneo, com pluviosidade baixa de aproximadamente 600mm e chuvas concentradas no inverno. A umidade relativa do ar é baixa, e gira em torno dos 46% na parte da tarde. Os solos dos vinhedos da Fox Creek são variados, metade deles rica em argila negra pesada e friável, e a outra parte com predomínio de marga marrom-avermelhada com muitas pedras e boa drenagem. O foco do trabalho nos vinhedos tem sido o de buscar uma agricultura sustentável com o mínimo emprego de qualquer agente artificial de controle biológico, e plantio de árvores nativas no entorno para estimular um equilíbrio natural da fauna e do meio-ambiente. O stress hídrico dos vinhedos é frequentemente monitorado por estações, e a irrigação por gotejamento é a mínima necessária para manter o equilíbrio vegetativo nas plantas. Um vinhedo de Shiraz é todavia "dry-grown", ou seja, não irrigado.
Os enólogos Chris Dix e Scott Zrna trabalham com uvas colhidas no ponto ótimo de maturidade e carga aromática, e vinificam os blocos de vinhedos separadamente. Longos estudos têm sido feitos na adequação de cada partida de vinho a um tipo de barrica de carvalho, que variam pela origem, tostadura e confecção. Esta sintonia fina é a marca dos vinhos da Fox Creek, um primor da expressão da fruta excepcional de McLaren Vale levemente temperada por finos aportes de madeira.
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Kilikanoon
www.kilikanoon.com.auKilikanoon é o produtor australiano preferido de Robert Parker no momento, pelo menos de acordo com as suas pontuações. Na última avaliação de vinhos australianos na Wine Advocate #167 (outubro de 2006), o mais renomado crítico de vinhos do mundo posicionou 7 de seus vinhos acima de 96 pontos, e a média dos 19 vinhos tintos avaliados foi de 94 pontos, a melhor performance entre todas as 28 vinícolas avaliadas. O mais influente crítico australiano, James Halliday, em seu Wine Companion 2007, confere as máximas 5 estrelas à Kilikanoon e dá notas acima de 90 a 14 vinhos degustados, uma das três melhores vinícolas de toda a Austrália.
Como muitos enólogos do seu país, o fundador da Kilikanoon Kevin Mitchell é altamente qualificado tanto no lado científico como no aspecto artístico da enologia. O seu pai, Mort Mitchell, foi uma das lideranças do lindo Clare Valley, e desde criança ele o seguiu entre as videiras e a vinificação. Em 1992, graduado em "Ciência Aplicada à Agricultura" e em "Tecnologia do Vinho" pela Universidade de Adelaide, Kevin partiu para experiências como enólogo em grandes vinícolas como Krondorf, d'Arenberg, Kingston Estate, Orlando, BRL Hardy, e também nos EUA na Kendall Jackson e no Willamette Valley. Ansioso para colocar em prática o seu talento e conhecimento, e trabalhar com os vinhedos da família, compra a propriedade de Kilikanoon em 1997, construindo um portfólio impressionante de pequenas partidas cheias de caráter de Shiraz, Grenache, Cabernet Sauvignon e Riesling.
Clare Valley é uma das melhores regiões vinícolas de South Australia, e ostenta um clima moderadamente continental e seco (aproximadamente 630mm de chuva anuais). Os dias quentes e as noites frias, somadas às diferenças consideráveis no padrão dos solos, nas elevações e aspectos, permitem que Clare produza os mais conceituados Rieslings da Austrália, ao lado de excepcionais Shiraz, Grenache e Cabernet Sauvignon, num contraste chocante de estilos. Os solos são em geral de marga marrom-avermelhada, sob base de pedra calcária, com boa drenagem.
O virtuoso Kevin Mitchell é também maestro da famosa Melbourne Symphony Orchestra, e compõe com as uvas carregadas de sabor do vale de Clare alguns dos melhores e mais exuberantes vinhos do Novo Mundo.
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Peter Lehmann
www.peterlehmannwines.com"Peter Lehmann é a máxima personificação do Vale de Barossa, todos os vinhos são honestos como ele, e sempre sensatamente precificados". Palavras contundentes da maior autoridade do vinho australiano, James Halliday, acerca do papel de liderança, respeito e valor deste revolucionário pioneiro de Barossa para a indústria vinícola do país. O veterano Peter e seu filho Doug, fiéis como poucos aos sabores de Barossa, ajustaram em 2003 a venda ao grupo Hess, mas permanecem no comando ao lado da equipe vencedora do exitoso grupo suíço. Assim como nas vinícolas irmãs dos outros continentes (Colomé, Hess Collection e Glen Carlou), na icônica Peter Lehmann a arte moderna, os vinhos precisos e verdadeiros, e a viticultura sustentável caminham lado a lado.
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Schild
www.schildestate.com.auA família Schild tem uma longa história na região de South Australia, quando chegaram emigrados da Polônia em 1866. Após décadas como fazendeiros na agreste região de Mallee, o visionário Ben Schild adquire em 1952 a Three Springs Farm em Lyndoch no extremo sul de Barossa, zona que segundo sua avaliação reunia as condições ideais para praticar uma agricultura sustentável, incluindo a viticultura. Após a morte de Ben em 1956, seu filho Ed Schild imediatamente assumiu a propriedade de 16 hectares e aproveitando-se dos tempos de depressão da viticultura local, adquiriu inteligentemente vinhedos excepcionais na região até totalizar os 154 hectares atuais da Schild Estate em Barossa. Antes apenas produtores e fornecedores de uvas "premium", em 1988 nasce o primeiro vinho com o rótulo Schild, apenas 450 caixas contra as 3.500 elaboradas atualmente
Michael Schild, filho de Ed, coordena atentamente o manejo de todos os seis vinhedos da família, alguns como Moorooroo com videiras de Shiraz de 150 anos de idade, e emprega a filosofia de mínima intervenção e mínima irrigação, destinando apenas 10% de todas as uvas colhidas para os rótulos da Schild Estate.
Barossa Valley é a mais antiga região vinícola de alta qualidade de South Australia, o coração da vinicultura do país, e seu Shiraz um dos mais emblemáticos do mundo. O clima é mediterrâneo com forte insolação, maior máxima diurna entre as regiões vinícolas de South Australia e baixa pluviosidade de 500mm de chuva, concentradas no inverno. Os solos variam entre margas-argilosas amarronzadas, e solos franco-arenosos acinzentados, sempre com fertilidade relativamente baixa. A viticultura tradicional de "bush pruning", ou condução arbustiva, e a irrigação severamente controlada ou completamente evitada em alguns casos, limitam a produtividade e refinam a expressão dos vinhos de Barossa.
A reputação dos vinhos da Schild está sendo construída pelo compromisso da família em transmitir através de seus brancos e tintos o que há de melhor do seu invejável patrimônio de vinhedos, numa busca incessante de complexidade, "drinkability" e particularidade nos seus vinhos, puramente Barossa.
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Aústria
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Hiedler
www.hiedler.at"Com imensa paciência e energia, Ludwig e Maria Angeles Hiedler construíram sua vinícola familiar para estar entre as melhores da Áustria". "Um perfeccionista que correrá riscos consideráveis para lograr a melhor qualidade e maturidade possível, Ludwig é determinado em trazer à tona toda a expressão e variedade que seus excepcionais terroirs podem oferecer". Assim Philipp Blom define o espírito da Hiedler em sua obra definitiva sobre vinhos austríacos: "The Wines of Austria". Decidimos por este incrível produtor após degustar toda a elite dos vinhos austríacos na feira ProWein em Düsseldorf. Desde 1856 esta vinícola trabalha nos melhores vinhedos "Erste Lage" do Kamptal, e foi uma das pioneiras a praticar viticultura ecológica na Áustria. Seus vinhos aliam graça, potência, profundidade e tipicidade.
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Brasil
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Cave Hermann
www.vinicolahermann.com.brAs características climáticas e pedológicas da Serra Gaúcha propiciam a colheita de uvas ideais para a espumantização, sobretudo pelo método charmat de tomada de espuma em grandes tanques de aço inox. Desta forma temos vinhos muito frescos e fragrantes, delicados e com a mousse integrada. Escolhemos o nosso vinho base Chardonnay e acompanhamos a elaboração destes espumantes jovens e despojados, com a cara do Brasil.
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Quinta da Neve
www.quintadaneve.com.brA Quinta da Neve nasceu em 1999 do sonho de quatro apaixonados por vinhos que buscavam no Brasil um terroir de qualidade para elaborar grandes tintos. Na Serra Catarinense a 1.200 metros de altitude está a região mais fria do país, com solos pedregosos menos férteis e chuvas que se concentram fora do período de amadurecimento das uvas. Foi ali que inauguraram uma das regiões vinícolas mais promissoras e diferentes do Brasil, com um projeto que colocará a vinicultura nacional em um novo patamar.
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Chile
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Caliterra
www.caliterra.comDe uma profícua parceria entre dois grandes nomes no mundo do vinho, Eduardo Chadwick (Viña Errázuriz) e Robert Mondavi (Califórnia), nasce em 1996 a Caliterra com a perspectiva de mostrar ao mundo a excelente qualidade dos vinhos chilenos e o grande potencial do "terrunyo" do Valle de Colchagua.
Em 2004 tornando-se inteiramente chilena, com a compra da parte californiana, a vinícola se lança a produzir vinhos ainda melhores, mais expressivos e incrementando a linha com uvas vindas de vales mais frios para os brancos.
Os vinhos que começam pela linha reserva, são o reflexo de vinhedos manejados em rendimentos moderados a muito baixos, com total respeito ao meio ambiente e vinificados com maestria por Sergio Cuadra, enólogo formado na Universidade de Talca, com grande experiência enológica. Tendo iniciado seus trabalhos com Jacques Lurton e chefiado a elaboração dos vinhos Premium da Concha y Toro por 9 anos.
A vinícola situada no coração do vale de Colchagua e contígua ao Vale de Apalta disfruta de um clima mediterrâneo sobre forte influência das brisas frias que sopram do Lago Rapel a sudeste e do Oceano Pacífico. Solos predominantemente argilo-limosos, com grande variação de texturas e abundante presença de rochas. Estas condições totalmente favoráveis as vinhas proporcionam vinhos com muita matéria cromática e alta concentração de taninos e acidez natural.
O estilo dos vinhos é marcado por fruta exuberante, com o carvalho utilizado de forma inteligente e longa persistência madura em boca. Vinhos ricos para encantar de imediato, por sua textura equilibrada, volumosa e extremamente sedosa.
Em uma degustação às cegas, realizada em Zurique-Suiça em Maio de 2008, com a presença dos mais respeitados críticos, sommeliers e representantes do métier europeu, o vinho Premium da Caliterra - Cenit 2005 se posicionou em primeiro lugar nos ícones chilenos, a frente de Clos Apalta, Don Melchor e Casa Real e em quarto lugar geral a frente de nomes consagrados como Cheval Blanc, Sorì Tildin, Sassicaia e Castelo di Ama, apenas para enumerar alguns.
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De Martino
www.demartino.clA De Martino - Santa Inés foi fundada em 1934 por imigrantes italianos e está estabelecida em Isla del Maipo, com 300 hectares de vinhedos em um só bloco, a apenas 50 km do litoral, recebendo a influência moderadora das frescas brisas do Oceano Pacífico. Sob a marca Santa Inés oferece vinhos de alta qualidade e preços competitivos, com grande expressão e pureza, nas linhas Varietal e Reserva. A De Martino por sua vez apresenta três linhas de vinhos suntuosos e complexos, a começar com a linha Reserva Legado. A sensacional linha Single Vineyard, fruto de 10 anos de pesquisas exaustivas sobre os vários terroirs chilenos, é concebida em diferentes vales do país, o melhor para cada variedade de uva. O vinho premium Gran Familia representa todo o conhecimento e comprometimento da família De Martino com a máxima qualidade, e foi laureado por dois anos consecutivos como o melhor vinho da categoria premium do Chile no "Guia de Vinos de Chile", o mais influente, profissional e crível guia do país, elaborado por um corpo de 70 degustadores locais composto de enológos, sommeliers, jornalistas especializados, enotecários e consumidores.
A família De Martino, hoje já na terceira geração, conduz com maestria a empresa, e a louvável equipe enológica conta com os perfeccionistas Marcelo Retamal (eleito o enólogo do ano 2004 no referido guia), o jovem Felipe Müller e a consultora Adriana Cerda.
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El Principal
www.elprincipal.clUma das vinícolas mais emblemáticas da América do Sul está de volta, em plena forma. Após muitas safras vencedoras, que mostraram ao mundo todo o potencial da região de Pirque no Alto Maipo, ainda sob os auspícios de Jorge Fontaine e de Patrick Valette, a Viña El Principal volta ao mercado completamente reestruturada pelo grande grupo Döhle Latinamerika S.A. Os 54 hectares dos vinhedos originais estão sendo trabalhados com todos os esforços para elaborar grandes vinhos, ainda mais surpreendentes e típicos do que os que colocaram o prestígio da vinícola no cume do Chile.
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Terranoble
www.terranoble.clA vinícola Terranoble, inaugurada por quatro empresários chilenos em 1993, possui modernas instalações e 90 hectares de vinhedos meticulosamente cuidados no Valle do Maule, que gera vinhos concentrados, porém mais firmes e frescos do que nas zonas do norte do Chile. Tem como vinho ícone, seu poderoso e assertivo Gran Reserva Carménère, considerado o melhor do país na safra de 1999 no Descorchados 2001 e na safra de 2001 pelo Guia de Vinos de Chile 2004.
Com a entrada de um novo sócio em 2006, o respeitado empresário Wolf Von Appen, a Terranoble está focalizada em fortalecer a sua base agrícola através da aquisição de vinhedos nas melhores regiões do país, como em Colchagua (Los Lingues) e Casablanca.
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Villard
www.villard.clVillard é um caso a parte no Chile. Primeiramente é um pequeno produtor por opção, depois é um grande especialista em vinhos brancos e na caprichosa casta Pinot Noir, oriundos do fresco Valle de Casablanca. Seu Sauvignon Blanc Reserva Expresión foi o único penta-estrelado no "Guia de Vinhos Chilenos 2003/ 2004" e faz um estrondoso sucesso no mercado brasileiro. Os chardonnays, que fogem do estigma de "gordos, cheios de carvalho e sem frescor", são uma lição de pureza, integridade e equilíbrio. Os Pinot Noirs, muito requintados e sem exageros de fruta em compota, são concebidos com baixos rendimentos no vinhedo. No clássico Valle del Maipo, Thierry Villard elabora um corte bordalês excepcional, o Equis, que é concentrado como deve ser um "premium" chileno, mas que impressiona a todos os críticos (como Patricio Tapia do "Guia Descorchados") pela incomparável elegância.
Sauvignon Blanc Reserva Expresión 2002 bateu 29 famosos Sauvignon Blancs neozelandêses, chilenos, argentinos, sul-africanos, californianos e uruguaios, e ficou em primeiríssimo lugar na degustação temática dessa casta, na revista Gula. O nectáreo Sauvignon Blanc botritizado El Noble 2000, na revista inglesa Decanter de dezembro de 2003, foi o "best sweet wine" escolhido pelo competente Steven Spurrier, na sua "Spurrier's Choice"
Perfil do Produtor:
Vinícola boutique criada em 1989, com vinhedos e vinícola no Valle de Casablanca. Uma das mais modernas vinícolas do Chile, combina a alta tecnologia com a vinicultura tradicional. O objetivo da empresa é de produzir apenas vinhos orientados à alta qualidade, logrados com baixa produção. O CEO e enólogo Thierry Villard é um dos líderes do movimento de internacionalização do Chile, pioneiro também na moderna enologia do país (raízes européias, visão do Novo Mundo). O Valle de Casablanca está localizado a 80 km a oeste de Santiago e 35 km da costa, aos pés da Cordilheira da Costa, recebendo a influência direta das correntes frias do Pacífico. É reconhecida como a melhor região do Chile para castas brancas e para a Pinot Noir. O seu particular meso-clima prolonga o período de amadurecimento das uvas, devido às oscilações de temperatura trazidas pelas brisas marinhas.
De vinhedos localizados no Valle del Maipo vêm as uvas Cabernet Sauvignon e Merlot, empregadas inclusive no vinho "premium" Equis.
Produzidos em pequenas quantidades para serem distribuidos no mercado de externo, através dos canais ditos HoReCa (Restauração e Hotelaria de alto nível) e em lojas especializadas, os vinhos da Villard buscam o nicho dos entusiastas do vinho, oferecendo a máxima qualidade para preencher suas expectativas.
Os vinhos são divididos em três níveis: Expresión (vinhos complexos que enfatizam o terroir e a variedade de uva), Esencia (vinhos que evoluem com a guarda em garrafa, e refletem o estilo pessoal de Thierry Villard) e o "premium" Equis, elaborado no Valle del Maipo.
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Croácia
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Korta Katarina
www.kortakatarinawinery.comFundada pelo casal americano Lee e Penny Anderson que trabalharam na reconstrução do país após a guerra civil, a moderna vinícola Korta Katarina nasceu para ser a melhor vinícola da Croácia. Os tintos originam-se na península de Pelješac ("grand crus" de Dingac e Postup), berço da uva Plavac Mali (Zinfandel x Dobricic). Na ilha de Korcula, terra da excelente uva Pošip, nasce seu grande branco (região de Cara). A viticultura é totalmente natural e a vinificação emprega tecnologia de última geração, com longas macerações e períodos de amadurecimento.
A Croácia ou "nova Riviera" é o destino turístico mais cobiçado pelos europeus no momento. Um paraíso mediterrâneo com tradição vitivinícola de 2.500 anos.
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Eslovênia
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Simcic
www.simcic.siA vitivinicultura na região de Goriška Brda é um antigo legado herdado desde os tempos romanos há mais de 2.000 anos, que a família Simcic tem honrado ao longo dos 151 anos de sua história.
Com 18 hectares de vinhedos (alguns com mais de 55 anos) localizados na continuação física do Collio italiano, o compromisso deste produtor é obter vinhos de máxima qualidade. O terreno é caracterizado por suaves colinas com solos de marga-calcária, num contexto climático muito favorável, onde os Alpes dão as mãos ao Mediterrâneo numa paisagem belíssima e inspiradora.
A abordagem nas vinhas é bastante natural, com exclusão de pesticidas e fertilizantes sintéticos, de forma a incentivar o fortalecimento natural das videiras e o desenvolvimento da vida microbiana. Paralelo a isso um atento trabalho de redução nos rendimentos é feito para a máxima expressão da origem.
Na cantina o enólogo Marjan Simcic, quinta geração, conseguiu encontrar um ponto intermédio entre a vinificação tradicional de seus antecessores e o já propagado uso de tanques de inox termo-controlados, para compor vinhos substanciosos e enigmáticos.
O Collio esloveno mostra-se como uma região propicia a elaboração não só de brancos originais e profundos mas também de tintos carnudos, com finura e admirável potencial de envelhecimento.
Nas três linhas de produção, o que será encontrado na taça são vinhos provocantes, de aromaticidade cristalina e multidimensionais. Dominados sobretudo pela forte influência dos solos da região que transmitem notável mineralidade e firmeza gustativa.
Numa das avaliações mais recentes do renomado degustador da revista inglesa Decanter, Steven Spurrier, o Pinot Noir Selekcija 2007 de Simcic aparece como o melhor degustado na categoria BEST OLD WORLD RED.
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Espanha
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Abadal
www.abadal.netA denominación de origen Pla de Bages, situada nas colinas por detrás de Barcelona, há muito é terra de bons vinhos. Área rica em bosques mediterrâneos, banhada pelo sol e com importantes gradientes térmicos, vem sendo recuperada pelos poucos produtores que nela labutam, principalmente pela Abadal. A filosofia da bodega é de inovação consciente, ou seja, modernidade aliada a um grande respeito pelas condições ambientais, de forma a obter vinhos que expressam antes de tudo a singularidade do território.
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Amaren
www.luiscanas.comAmaren em basco significa "de la madre", e desde 2009 esta linha luxuosa de vinhos da Luis Cañas passou a ser elaborada em uma bodega independente, com os cuidados e atenção aos detalhes que um grande vinho requer. Os vinhedos são o que há de melhor na Rioja Alavesa, cada videira pode dar entre 4 e 5 cachos e ter mais de 60 anos como condição para ser um Amaren. Após a seleção na esteira, um sopro de vento de um aparelho moderno expulsa os bagos que não estão no padrão. A fermentação ocorre em caros tonéis de madeira com termo-regulação, para garantir a textura sofisticada destes vinhos sensacionais.
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Bodegas Arzuaga
www.hotelarzuaga.comUma das estrelas da região mais celebrada da Espanha, a Ribera del Duero. Florentino Arzuaga, empresário apaixonado pelos horizontes de Castilla e pela sua natureza selvagem, comprou uma finca de 150 hectares em 1990 na famosa milla de oro, exatamente entre as bodegas Vega Sicilia e Pingus. Plantou mais vinhedos atendendo às exigências de elaborar um grande vinho, em meio a bosques cheios de cervos e javalis, e construiu um hotel 5 estrelas com SPA e restaurante.
O enólogo Jorge Monzón está à frente da bodega desde 2004. Natural de um pequeno povoado na Ribera e oriundo de uma família que sempre elaborou vinhos na região, formou-se em enologia em Madrid, fez mestrado em Bordeaux e dali partiu para a Borgonha, onde trabalhou por 2 anos e meio no Domaine de la Romanée Conti. Regressou à Espanha diretamente para as bodegas Vega Sicilia, de onde saiu para assumir o grandioso projeto da família Arzuaga Navarro.
A produção anual é de 680.000 garrafas por ano, com uma gama de 6 vinhos tintos Ribera del Duero D.O.
Com a sua tenacidade e sensibilidade à perfeição, o Sr. Arzuaga elabora vinhos soberbos, com força e profundidade, além de marcado gosto do território.
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Bodegas Muñoz
www.bodegasmunoz.comBlas Muñoz de la Rosa funda em 1940 as BODEGAS MUÑOZ. Esta empresa estabelecida em Noblejas (Toledo), está totalmente dedicada à elaboração de vinhos, à sua distribuição e venda. Originalmente, começou como um pequeno vinhedo pertencente a Blas Muñoz, terra que havia herdado dos seus pais. Nos anos 50 começa a construção da atual bodega, ampliada nos anos sucessivos. Além disso, adquiriu-se uma bodega subterrânea datada do século XVII, reabilitada atualmente para utilização como nave de crianza (envelhecimento em madeira).
Em 1975, Bienvenido Muñoz assume a direção. Nos anos subseqüentes incrementa-se a superfície de vinhedos, plantando-se sobretudo variedades nobres internacionais (Cabernet Sauvignon e Merlot). As instalações também foram modernizadas, para produzir quantidades maiores e melhorar a qualidade dos produtos.
Atualmente a bodega ocupa uma extensão de 8.000m² e possui uma capacidade de armazenagem de 7.000.000 litros. Dispõe de modernos sistemas de elaboração vinícola, com controle absoluto de todos os processos produtivos. A nave de crianza conta com 800 barricas de carvalho americano (80%) e francês (20%). Maneja um total de 300 hectares de vinhedos - com diversas castas -, dos quais 45 ha são de propriedade da bodega.
A D.O. de La Mancha, denominação em que os vinhos ARTERO da BODEGAS MUÑOZ são produzidos, é um planalto entre as províncias de Toledo, Albacete, Ciudad Real e Cuenca, e é não só a região vinícola mais extensa da Espanha, mas também de todo o mundo (aproximadamente 200.000 hectares de vinhedos). O clima é continental extremo, com temperaturas que oscilam entre os 40/45°C no verão e -10/12°C no inverno. A pluviosidade é baixíssima, com média anual de 375mm. O terreno é plano e os vinhedos situam-se a 700m de altitude. Os solos são de composição arenosa, calcária e argilosa.
Os vinhos da empresa têm uma ampla distribuição em todo o mundo, com as exportações respondendo por 50% da produção.
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Celler De L'Encastell
www.roquers.comNa dramática paisagem de Porrera, em colinas íngremes de llicorella (xisto óxido ferroso degradado) com exposição norte, videiras centenárias lutam pela sobrevivência e amadurecem poucos cachos repletos de informações do estupendo terroir do Priorat DOQ. Em 1999, Carme Figuerola e Raimon Castellví decidem contruir no vilarejo de Porrera uma pequena bodega para transformar as uvas das velhas vinhas da família em tintos espetaculares e naturais, sem super-extração ou super-amadurecimento, "outstanding" segundo o respeitado especialista inglês John Radford.
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Dominio De Cair
www.dominiodecair.comDa amizade entre Juan Luis Cañas e Juan José Iribecampos nasceu este luxuoso projeto vinícola.
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El Maestro Sierra
www.maestrosierra.comO Jerez é a expressão do culto ao tempo e a bodega El Maestro Sierra é um dos tesouros mais guardados destes vinhos fortificados primorosos. A vinícola foi fundada em 1830 por José Antonio Serra, um "maestro" carpinteiro, fornecedor de barris para as grandes casas de Jerez. Conhecedor do ramo, sonhava em elaborar vinhos especiais, e aos poucos foi se tornando um almacenista de imensa reputação, o que não era bem visto pela nobreza dominante do vinho de Jerez. Seus rótulos sugestivos evocam os nobres caçando a raposa, o "maestro Sierra", no caso.
A Sra. Pilar Plá, com energia e paixão invejáveis, comanda ao lado do capataz Juan Clavijo a bodega, ela há três décadas e ele há mais de cinco décadas no ofício de definir todas as ações enológicas e estilos de cada vinho que nasce de suas soleras. Doña Pilar é viúva de um dos descendentes diretos do "maestro" Sierra, e a ele prometeu manter a tradição de vender estoques limitadíssimos. Com isso, esta bodega preciosa goza hoje de uma das mais impressionantes coleções de vinhos velhos da região, praticamente intocada nos últimos 30 anos, ao contrário das grandes casas, que já pilharam seus estoques antigos. Diversas soleras são centenárias, muitos anos mais velhas do que a idade máxima permitida por lei para se declarar nos rótulos, 30 anos (V.S.O.P., ou Vinum Optimum Rare Signatum). Juan Clavijo passou toda a sua vida na El Maestro Sierra e conhece cada bota (barril típico de 500 litros) da bodega, um dos maiores tesouros enológicos da Espanha e do mundo.
A localização única da bodega é uma das chaves para a grandiosidade dos seus vinhos. A poucos passos do alcázar de Jerez de la Frontera e abertas aos ventos Poniente (fresco e húmido) e Levante (caloroso e seco), que sopram do Oceano Atlântico, as instalações criam condições para a elaborações de vinhos únicos, com estilos muito particulares: finos, amontillados, olorosos, raros palo cortados, PX, etc. Devido à posição geográfica mais elevada, o véu de leveduras conhecido como flor se desenvolve durante todo o ano, impactando dramaticamente o estilo dos vinhos. Como era de se esperar, as uvas provêm dos melhores pagos da região, de fornecedores que trabalham com a família desde o início da El Maestro Sierra.
Produção anual de apenas 100.000 garrafas, todas elas etiquetadas a mão.
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Ercavio
www.bodegasercavio.comTrês enólogos e três amigos. Assim nasceu este projeto portentoso que ganhou o nome de um antigo acampamento romano: Ercavio.
Alexandra Schmedes, Gonzalo Rodríguez e Margarita Madrigal, com anos de experiência técnica na Espanha, França, Itália, Alemanha e África do Sul, se encontraram na Rioja em 1998 e iniciaram um trabalho de consultoria enológica (Más que Vinos) que os levou às principais regiões vinícolas espanholas: Rioja, Bierzo, Castilla y León, Extremadura e Borja. Foi quando se encantaram pelo potencial de uma área em Dosbarrios, a meseta alta de Ocaña, a 60 km de Toledo e a 750 metros de altitude, solo calcário-argiloso e clima marcadamente continental, e decidiram construir ali os seus próprios vinhos. A produção média por hectare é baixíssima, na ordem de 4,5 toneladas por hectare, chegando a apenas 1 tonelada em algumas parcelas. As principais variedades plantadas são a Cencibel (denominação local da Tempranillo), a Garnacha, a Airén, e um pouco de Cabernet Sauvignon, Merlot e Sauvignon Blanc.
Os enólogos renovaram uma antiga vinícola familiar de 1851, com típicas tinajas manchegas (grandes ânforas de argila empregadas para fermentação e armazenagem dos vinhos), e iniciaram a sua trajetória de sucesso, com vinhos que encantam pela textura sedosa, pela harmonia entre a maturidade e o frescor e entre a fruta e o carvalho.
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Gil Luna
www.giluna.comEsta nova e promissora bodega da região de Toro leva como nome os sobrenomes de uma tradicional família vinhateira da região: Gil Luna. Nasceu como resultado da busca incessante em elaborar grandes vinhos dentro da filosofia de respeito ao meio-ambiente e de expressão autêntica de um pago (ou vinha) muito especial. Toda a produção origina de 10 hectares de uma seção de Toro conhecida como Pago de Santa Olalla, que se destaca pelos terrenos de caráter arenoso com a capa superficial completamente coberta por cascalhos aluviais (trazidos pelos rios Douro, Talanda e Guareña há milhares de anos), e um estrato de argila porosa que retém certa umidade a 1,5 metros de profundidade. A altitude dos vinhedos é de 700 metros, com grande luminosidade diurna e noites bastante frias, favorecendo o amadurecimento e a concentração de componentes de sabor nas uvas. Os vinhedos são conduzidos em espaldeira, com idade média de 30 anos, e a baixa pluviosidade entre 350 e 400mm de chuva por ano garante o seu cultivo ecológico.
Um dos pilares da qualidade dos vinhos de Toro é a sua Tempranillo local, a Tinta de Toro, adaptada há séculos ao macro-clima severo da região. A planta é de porte semi-erguido com folhas pentagonais e grandes dentes, com cachos cilíndricos e alados. Esta variedade resistiu inclusive à invasão da filoxera, ajudada pelos solos eminentemente arenosos de alguns vinhedos. Ela tende a amadurecer duas semanas antes da já precoce Tempranillo da Rioja, ainda que possua cascas mais grossas. Seus vinhos costumam ter mais extrato, cor e potência.
Na vinícola da família Gil Luna imperam os métodos tradicionais de vinificação, embora haja uma sintonia com a modernidade enológica. Os vinhos são fermentados em pequenos tanques de inox e a crianza se faz com um enorme detalhamento na origem e no grau de tostadura das barricas.
O estilo final dos vinhos da bodega Gil Luna é de marcado gosto regional, com aromas muito complexos e maduros que evocam notas minerais, de especiarias, de chão de bosque e de frutas em compota, com taninos doces, frescor equilibrado e longa persistência.
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José Pariente
www.josepariente.comA explosão da Rueda como uma das principais regiões produtoras de brancos da Espanha se deve ao caráter e frescor da sua notável casta autóctone, a Verdejo, que esperou pacientemente mais de 1000 anos até ser tocada pela nova tecnologia enológica. Desde os anos 70, alguns dos melhores brancos da Península Ibérica saem destes solos totalmente cobertos por cascalhos aluviais, com base calcária, de vinhas velhas de Verdejo. José Pariente deixou seu legado de 40 anos de Rueda para a filha, a brilhante enóloga Victoria Pariente, hoje o maior nome na denominação.
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Luis Cañas
www.luiscanas.comEstabelecida desde 1928 na Rioja Alavesa, sub-zona caracterizada pela produção de vinhos muito aromáticos e conduzida pelo herdeiro da família, Juan Luis Cañas, que ousou dar um sopro de modernidade a bodega, com modernos métodos de produção, de respeito ao meio ambiente e uma nova nave de barricas para o amadurecimento, a vinícola se insere cada vez mais na elite dos melhores produtores desta nobre zona espanhola.
Com uma segunda fase arquitetônica da bodega inaugurada em 2006, destinada a melhorar a recepção das uvas, incrementou-se também com novas cubas de temperatura controlada independentes e um sistema extremamente moderno de classificação das uvas por peso, o Mistral.
Valendo-se de um extremo conhecimento nos 90 hectares de vinhedos próprios, a viticultura praticada é racional, ou de valorização ao equilíbrio entre as vinhas e o meio ambiente, com a colheita feita de forma setorizada em videiras com idade média de 40 anos.
Após a chegada das uvas a bodega em caixas plásticas de 12 quilos (visando manter a integridade dos frutos) elas são pesadas e colocadas em um mesa seletora composta por 8 pessoas durante no período máximo de uma hora e sob o atento olhar do enólogo. A capacidade de elaboração é de um milhão e meio de litros em cubas de inox, contando ainda com 6 tinas de madeira de 5.000 litros e tanques revestidos de epóxi para clarificação e estabilização dos vinhos. A sala de barricas é constituída por 5.600 unidades, com 70% de carvalho francês e o restante americano, onde a maioria delas é 2º ou 3º uso, sendo renovadas constantemente.
Seus vinhos são marcados pela elegância face a potência, com frutado generoso, de grande pureza num conjunto harmônico, rico e muito complexo. Todos os investimentos em tecnologia e viticultura colocaram a Luis Cañas como a "Bodega del Año" no respeitado Guia Gourmets da Espanha e seus vinhos encantam cada vez mais a imprensa internacional.
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Montal
www.pagodemontal.comNovo investimento da família Roqueta - líderes de qualidade em Pla de Bages na Catalunha - na histórica região de Albacete no Levante, entre as dinâmicas regiões de Yecla e Jumilla. Esta é a origem e fortaleza da poderosa casta Monastrell, denominada Mourvèdre na França. Em 25 hectares de colinas suaves e luminosas, o experiente time de Roqueta exalta com boa enologia o caráter mediterrâneo destes vinhos de excepcional valor.
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Palacio de Fefiñanes
www.fefinanes.comA sub-região de Rías Baixas localizada na Galícia, extremo noroeste espanhol, goza de um clima marcadamente atlântico, com alto índice de precipitações e condições territoriais fantásticas para a plena expressão de uma das variedades brancas mais nobres do mundo, a Alvarinho ou localmente Albariño.
O Palacio de Fefiñanes também conhecido como Palacio de Figueroa, está localizado na pequena vila pesqueira de Cambados, província de Pontevedra. Sua arquitetura monumental, de estilo renascentista o caracteriza como uma das mais suntuosas edificações históricas da Galícia. Não só pela parte cultural esse produtor é celebrado, também por ter sido o primeiro a engarrafar um Rías Baixas D.O. em 1904 e ser registrado posteriormente como marca em 1928.
Seus vinhos estão entre os mais autênticos, expressivos e premiados brancos galegos, com uma linha que mostra três interpretações da Albariño. O primeiro, Albariño Joven é fresco, com aromas de cítricos, pêssegos e menta. De apelo imediato em boca, salino e de extremo prazer. O segundo, Albariño 1583, faz referência ao ano de fundação do Palacio de Figueroa. Um branco mais vigoroso quer no olfato, quer em boca, com aromas de cítricos confitados, nectarina, leve fumado e generosa mineralidade. Muito longo e de marcante textura.
O Albariño de Fefiñanes III Año é o topo de gama do produtor, concebido em baixos rendimentos a partir das vinhas mais velhas da propriedade. Vinificado sem nenhum contato com a madeira, para potencializar as virtudes da Albariño. Cheio de caráter no olfato, muito rico, revela cítricos confitados, melões maduros, giz e impressões balsâmicas. Complexo ataque gustativo, que encanta pela maciez glicérica contrabalançada por estupenda acidez e deliciosa mineralidade. A produção deste ícone é sempre limitada ao máximo de 6.000 garrafas e lançada após três anos de amadurecimento nas caves do palácio. Uma interpretação quintessencial da Albariño!
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Pago de Cirsus
www.cirsus.comCineasta de sucesso na Espanha, Iñaki Núñez construiu em 2002 um cenário de sonho na próspera e independente região da Navarra. Buscou assessoria de renome internacional, como a do ex-enólogo do Château Haut-Brion, Jean Marc Sauboua, e na subzona da Ribera Baja cultiva 135 hectares de vinhedos com produção máxima de apenas 30 hl/ha. O roteiro aqui é elaborar grandes vinhos de pago em um ambiente único.
A Ribera Baja possui um rigoroso clima continental e das cinco subzonas da Navarra é a mais quente e seca no verão, quando atinge até 40ºC de temperatura. As influências moderadoras do Atlântico e do Mediterrâneo são menores nesta área, e os invernos são duros. As precipitações estão na ordem dos 300mm de chuva ao ano, enquanto que nas subzonas mais frias e altas ao norte estas chegam a 600mm. Os vinhedos de Pago de Cirsus estão plantados a aproximadamente 220m de altitude, com inclinação ao sul. Os seus solos são constituídos por sedimentos calcários terciários, que formam a base do subsolo, e presença de limo e manchas mais arenosas ou de argila ocre na cobertura.
As variedades plantadas são as que melhor estão adaptadas à área, como a Cabernet Sauvignon, a Merlot, a Tempranillo, a Chardonnay e a Moscatel de grano menudo. A colheita é seletiva e totalmente manual.
O parque de barricas possui 80% das barricas de carvalho francês e 20% de carvalho americano, selecionadas das excelentes tanoarias Radoux (30%), Saury (30%), Demptos (20%) e Taransaud (20%). Os tintos são submetidos a um processo controlado de crianza nestas barricas, de aproximadamente 12 meses.
Na bela propriedade, Iñaki estabeleceu ainda um hotel cinco estrelas e um restaurante de alta gastronomia numa torre de 23 metros de altura, erigida como as fortalezas do reino de Navarra no séc. XIV.
As premiações estão começando a despontar, como o prêmio conferido pela "Associación de Sumilleres de Navarra" de "Mejor Vino de Navarra de Alta Gama" ao Selección de Familia, que também entrou como um dos 103 melhores vinhos da Espanha eleitos pelo Master of Wine Tim Atkins no "New Wave Spanish Wine Awards 2006", no Reino Unido.
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Peique
www.bodegaspeique.comBierzo é a mais excitante promessa da velha porém dinâmica região de Castilla y Léon. Goza de um clima temperado pela proximidade da Galícia e se orgulha de uma uva tinta autóctone que apenas nas suas colinas ricas em xisto revela todo o seu potencial, a Mencía. Segundo os dois mais importantes especialistas em vinhos espanhóis, José Peñín e John Radford, Peique é uma das três mais importantes bodegas da região. Após três gerações na região, a família Peique logrou unir o espírito ancestral do trabalhador do campo com o profissionalismo acadêmico adquirido pelos herdeiros mais jovens.
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Piñol
www.vinospinol.comRemonta ao período medieval a vitivinicultura na região de Terra Alta, na Catalunha, onde a família Piñol elabora vinhos artesanalmente há quatro gerações. A tradição transmitida de pai para filho, somada à mais moderna tecnologia de vinificação, permitiu que em 1995 o primeiro vinho da família fosse engarrafado, dentro de um conceito de máxima qualidade e padrão ecológico de cultura das vinhas. Este vinho da Celler Vinos Piñol, o L'Avi Arrufi 1995, foi imediatamente premiado em um importante concurso internacional no Canadá, entre 1.700 vinhos degustados.
Todos os vinhos da vinícola Piñol prestam um tributo ao esforço dos antepassados da família, e por isso seus nomes aparecem como marcas: Mather Teresina (1920-1989), L'Avi Arrufi (1894-1976), Viña Orosina (1898-1984) e Josefina Piñol (1947).
A região demarcada de Terra Alta apresenta um clima mediterrâneo com influência continental, caracterizado por verões muito quentes em contraste com invernos frios, e grandes excursões térmicas diurnas-noturnas (de 35-38ºC a 16-18ºC). A pluviosidade é muito baixa, entre 375 e 400mm ao ano. Longas horas de sol anuais, em torno de 2.800, também contribuem para um perfeito amadurecimento das uvas. Os solos são pardos e calcários, com pouca presença de argila e matéria orgânica. Os 37 hectares de vinhedos próprios da família estão na zona de Batea, entre 400 e 500m de altitude, e são manejados ecologicamente, sem emprego de herbicidas ou fungicidas sistêmicos. As principais variedades autóctones da região são cultivadas ao lado de novas variedades internacionais, possibilitando a elaboração de vinhos com grande personalidade. Entre as brancas destacam-se a Garnatxa Blanca, a Moscatel a Sauvignon Blanc e a Viognier, enquanto que a Garnatxa Tinta, a Tempranillo, a Morenillo, a Cabernet Sauvignon, a Merlot e a Syrah despontam entre as variedades tintas.
A estrutura física da vinícola se localiza na vila medieval de Batea, e nela convivem uma estrutura centenária de paredes feitas com as tradicionais piedras picadas e lembranças dos antepassados com a mais moderna tecnologia de vinificação. A nave de envelhecimento é subterrânea e abriga aproximadamente 250 barricas de carvalho, sobretudo de origem francesa. Cada bloco de vinha e variedade de uva recebe um tratamento totalmente independente, fato de suma importância para a alta qualidade dos vinhos da bodega.
Tipicamente mediterrâneos, com grande concentração natural e aromas incrivelmente frutados e complexos, os vinhos Piñol estão recebendo avaliações entusiásticas dos principais críticos de vinhos do mundo, com destaque para Robert Parker, que já elencou nada menos que 8 dos seus vinhos com notas acima de 90 pontos.
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Pradorey
www.pradorey.comO Pradorey pertenceu à família real espanhola por muitos anos, quando acolhia os reis ibéricos para a caça ou simples repouso. Com 3.000 hectares totais e 520 de vinhedos na mais nobre região vinícola do país, a Ribera del Duero, dá vida aos soberbos vinhos PradoRey. As características climáticas continentais da zona, aliadas aos pobres solos calcários, conferem às uvas um incrível equilíbrio de fruta-frescor-tanicidade e uma concentração de sabores fabulosa. A cantina dispõe de uma tecnologia state-of-the-art, abrigando 6.000 barricas de carvalho americano de Missouri e dos Apalaches.
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Raventós I Blanc
www.raventos.comA vinícola Raventós i Blanc nasceu em 1986 para ser a marca de referência entre os Cavas de prestígio, o testemunho do compromisso com uma terra e da fidelidade com idéias que foram tomando corpo durante 500 anos. O fundador Josep Maria Raventós Blanc era herdeiro da tradicionalíssima família Raventós, que produziu o primeiro cava em 1872, e proprietário de 90 hectares de vinhedos históricos em Sant Sadurní, transmitidos de geração em geração desde 1497. Ele foi o grande impulsor deste espumante espanhol feito pelo método tradicional: como presidente do Grupo de Espumosos del Sindicato Nacional de la Vid na década de 60 e depois do Consejo Regulador del Cava, conseguiu o seu reconhecimento legal e já na década de 80 a elevação a Vino de Calidad Producido en una Región Determinada (V.C.P.R.D.). O filho Manuel Raventós está hoje à frente da vinícola, cujos projetos arquitetônicos e de imagem foram largamente premiados, e que busca a máxima expressão do cava como um espumante mediterrâneo autêntico, elegante e diferente de todos os outros congêneres no mundo.
A grande denominación de origen Cava abarca 160 municípios em 7 Comunidades Autônomas espanholas, mas a comarca vinícola do Penedès, 40 km ao sul de Barcelona, concentra mais de 95% da produção, destacando-se a cidade de Sant Sadurní d'Anoia, onde está estabelecida a Raventós i Blanc. O clima desta zona é tipicamente mediterrâneo, protegido da costa pelas montanhas de Montserrat, luminoso e ensolarado. Caracteriza-se ainda pela pluviosidade moderada, invernos suaves e verões quentes e secos, com média anual de temperatura de 15°C. Os vinhedos da propriedade são seccionados segundo as suas características ambientais gerais, e cada bloco recebe tratamento rigorosamente diferenciado, tanto no cultivo quanto na vinificação. Os seus solos são pobres em matéria orgânica e muito ricos em calcário, contribuindo para a expressão e finesse dos vinhos.
A filosofia da vinícola é de que para elaborar um bom Cava é necessário ter vinhedos próprios, mas para elaborar um Raventós i Blanc é necessário ter vinhedos Raventós i Blanc e uvas Raventós i Blanc. Todos os cavas são multivarietais, acreditando-se na harmonia e complexidade que se obtém com o emprego das uvas autóctones Macabeo, Xarel.lo e Parellada, além da participação de fundo da Chardonnay e da Pinot Noir. O resultado final da Raventós i Blanc é uma linguagem própria de muita elegância, como coloca o respeitado jornalista especializado espanhol Andrés Proensa: "dos melhores em Cava, porém sem emular o estilo de outros espumantes".
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Estados Unidos
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Hess Collection
www.hesscollection.comA primeira vinícola de Donald Hess, célebre colecionador de arte moderna e vinicultor "naturalista" em 4 continentes (Colomé, Glen Carlou e Peter Lehmann). Os vinhedos inaugurais foram adquiridos em 1978 na zona colinar de Mount Veeder, a mais alta do Napa Valley, com uma estação de amadurecimento mais fria e grande diversidade geológica nos solos. Em 1989 foi aberta a vinícola histórica de 1903 ao público, completamente reestruturada, ostentando uma das maiores coleções de arte do mundo. Possuem 125ha de vinhas em Mount Veeder, 71ha no famoso vinhedo Su'skol em frente à baía de San Francisco, 85ha no excelente vinhedo Allomi e mais 142ha em Monterey. Todos vinhedos recebem tratamento sustentável: a Hess Collection figura entre os primeiros membros do Napa Green e do California Sustainable Winegrowing Alliance, e 243ha dos 368ha totais são mantidos como área selvagem.
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Jerry Lohr
www.jlohr.comO irrequieto Jerry Lohr produz vinhos instigantes, que sempre emergem com muita personalidade do mar de vinhos californianos. Ex-cientista da NASA, foi o precursor qualitativo em duas zonas hoje valorizadíssimas da Califórnia: Monterey para os vinhos brancos e Paso Robles para os vinhos tintos. Possui atualmente 1.200 hectares de vinhedos plantados após longos estudos de adaptação de castas, clones e sistemas de condução a cada bloco de terra.
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França
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Alain Brumont
www.brumont.frEsse fabuloso produtor é uma lenda viva do vinho francês. Segundo o mais respeitado guia do país, o Les Meilleurs Vins de France – RVF, Brumont é não somente o melhor de Madiran, mas o melhor de toda a região do sudoeste. Parker completa: "são vinhos irreais, elaborados de uma forma pura, extremamente ricos e tão completos e promissores que simplesmente não podem ser esquecidos". Esse revolucionário vigneron logrou dar uma outra magnitude à viril e rústica casta Tannat: os Châteaux Montus e Bouscassé são obrigatórios para qualquer conhecedor do mundo. Continuamos trazendo, após muita espera, algumas poucas garrafas das seleções especiais de Brumont, verdadeiras essências que representam a glória da vinicultura francesa.
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Alain Geoffroy
www.chablis-geoffroy.comEstabelecido em 1850, o domaine familiar cultiva 45 hectares de vinhedos em Chablis, um dos mais antigos e frios vignobles da França, localizado no paralelo 47º norte, no noroeste da grande Borgonha, departamento de Yonne. O clima continental sem influências marítimas, com invernos longos e rigorosos, verões curtos e relativamente calorosos, e temidas geadas de primavera, associado aos solos de marga argilo-calcária do período kimméridgien (do alto Jurássico) com fósseis de ostras, fazem dos Chardonnays desta região expressões singulares de finesse no panorama mundial.
Com vinhedos próprios ou de parceiros de longo-prazo nas quatro appellations d'origine contrôlées: Petit Chablis, Chablis Premier Cru e Chablis Grand Cru, o Domaine Alain Geoffroy trabalha dentro da tradição de deixar o terroir kimméridgien se revelar em seus vinhos através de uma delicada chancela mineral. Auxiliados pelo enólogo Cyrille Mignotte, a família Geoffroy se supera do Petit Chablis ao insuperável Grand Cru Les Clos, com destaque para uma especialidade, o Premier Cru Beauroy, do qual eles são os maiores proprietários com 10 dos 50 hectares totais. Este é um dos melhores e mais solares Premier Crus de Chablis.
Em certos vinhos oriundos de videiras velhas (até 70 anos em alguns casos), Cyrille Mignotte opta pela fermentação parcial em barris de carvalho francês de 500 litros, de 2 a 5 anos de idade, apenas objetivando sublinhar com o carvalho já avinhado a acidez e a mineralidade típica dos vinhos de Chablis.
Geoffroy arrasou no Guide Hachette 2007, o seu Petit Chablis 2004 ganhou 2 estrelas em 3: "o pequeno – petit - tornar-se-á grande" e seu Chablis 1er Cru Beauroy 2004 ficou com 3 estrelas em 3, além de faturar o coup de coeur do famoso guia: "um Beauroy no trono. Você é obrigado, leitor, a descobrir este produtor".
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Arrogant Frog
www.arrogantfrog.frRepresentante da 5ª dinastia de vinicultores no Languedoc, Jean-Claude Mas cresceu em meios as vinhas, mas só em 2000 percebeu que de fato o vinho era o seu destino. Dois fatos sempre incomodaram o produtor, a arrogância com que outras regiões produtoras tratavam os vinhos do Languedoc e também o desprezo dos próprios consumidores franceses, pelo simples fato que a maioria dos rótulos da região visava à exportação.
Disposto a reverter o declínio na venda dos vinhos do Languedoc, o desafio era uma nova abordagem que fugisse das "tradicionais histórias". O caminho foi então optar por rótulos mais descontraídos, sem tanto rigor, que fizessem os consumidores entender de imediato o espírito francês de maneira leve e bem humorada.
O nome da linha "Arrogant Frog" surgiu da junção dos apelidos dados por americanos e britânicos aos franceses. A essa autocrítica somou-se o encapsulamento moderno com tampa de rosca Stelvin, já que a cortiça, sendo muito tradicional estaria fora de moda para o novo conceito.
A filosofia Arrogant Frog é muito mais que marketing bem aplicado, começa nos vinhedos próprios, trabalhados com atenção de um verdadeiro château, com manejo orgânico, que é também transmitido aos cooperados regionais. No trabalho com 80 viticultores, o intuito não é comprar as uvas mais baratas, mas as de melhor qualidade e ter certeza de que esses produtores sejam devidamente remunerados por isso. Antes de tudo o que importa é criar uma expressão, um emblema para uma determinada categoria de vinhos.
A partir da experiência em diversas regiões pelo mundo vinícola e aliando enologia moderna e precisa, o objetivo buscado pela equipe Arrogant Frog é competir novamente com os vinhos do Novo Mundo. O estilo é calcado na fruta madura e suculenta, trabalhada com inteligência na madeira e alicerçada na expressão do terroir. Vinhos descomplicados, de prazer imediato!
Desde 2004 esses vinhos já conquistaram 20 mercados diferentes, estabelecendo-se como referência na Holanda e Reino Unido por exemplo.
Jean-Claude Mas, nosso "humilde enólogo" resume sua filosofia:
"Sejamos franceses por nossa tradição e savoir-faire, mas escutemos nossos clientes a fim de reconquistarmos o coração de nossos consumidores."
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Barnaut
www.champagne-barnaut.comUm dos poucos champagnes RM (récoltant-manipulant, ou seja, as uvas provêm apenas de vinhedos próprios) disponíveis no mercado brasileiro. Edmond Barnaut fundou a casa em 1874, na vila de Bouzy, possivelmente o melhor Grand Cru da Montagne de Reims, onde reina a Pinot Noir. A continuidade de 5 gerações está nas mãos do diretor e enólogo Philippe Secondé, que conduz com paixão esta pequena casa estrelada no Les Meilleurs Vins de France – RVF 2008. Colhendo as uvas excepcionalmente maduras, consegue uma vinosidade e potência que são o paroxismo deste abençoado terroir.
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Bouquet de Monbrison
www.ballande-meneret.comEsse château tem se devotado ao plantio e elaboração de vinhos há séculos, como atestam documentos antigos. Os 80 hectares de vinhedos estão localizados sobre um plateau elevado perto do rio Dordogne. Os vinhos, muito equilibrados, são elaborados de uma forma bastante tradicional (leveduras selvagens e malolática com as cascas), e apresentam uma relação preço/prazer difícil de ser encontrada em um Bordeaux com este nível de complexidade.
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Brunel Père Et Fils
www.bpf-brunel.comUma verdadeira boutique de clássicos do Rhône meridional e setentrional dos meticulosos irmãos Brunel, proprietários do Château de la Gardine e do Château Saint-Roch. A relação preço/prazer é sensacional, e o estilo é de notável estrutura, com textura carnuda, taninos finíssimos e muita fruta madura nos aromas, contornados por notas de carvalho bem trabalhado.
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Celler de L'Encastell
www.roquers.comNa dramática paisagem de Porrera, em colinas íngremes de llicorella (xisto óxido ferroso degradado) com exposição norte, videiras centenárias lutam pela sobrevivência e amadurecem poucos cachos repletos de informações do estupendo terroir do Priorat DOQ. Em 1999, Carme Figuerola e Raimon Castellví decidem contruir no vilarejo de Porrera uma pequena bodega para transformar as uvas das velhas vinhas da família em tintos espetaculares e naturais, sem super-extração ou super-amadurecimento, "outstanding" segundo o respeitado especialista inglês John Radford.
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Champagne de Sousa
www.champagnedesousa.comRepresentante da terceira geração de uma família de recoltant-manipulant, Erick de Sousa dirige desde 1986 esta casa que hoje é conhecida como apoteose da elegância em Champagne Tem sua sede em Avize, no coração da Côte des Blancs, uma das três grandes regiões ao sul de Épernay. Seus vinhedos estão distribuídos principalmente em zonas grands crus, Oger, Le Mesnil sur Oger, Aÿ e Ambonnay.
Três quartos das vinhas são de mais de 40 anos de idade, plantados em altas densidades de 8.500 pés/ hectare, sendo trabalhados 60% de Chardonnay, 30% Pinot Noir e 10% de Pinot Meunier conduzidos de forma biodinâmica pela família De Sousa. Os vinhedos gozam de ótima exposição sudeste, com perfeito índice de ensolação em solos de giz belemnite (fosséis de moluscos) que agregam a finesse e a mineralidade tão características dos vinhos da Champagne.
A vinificação empregada na casa é tradicional, herança do pai de Erick, com a malolática efetuada, visando obter vinhos mais redondos. As vinhas são vindimadas inteiramente à mão, o mais tarde possível, no ápice da carga aromática e vinificadas em cubas de aço inox e em madeira. O envelhecimento é feito na quietude e na penumbra das caves escavadas no giz champanhês a uma temperatura de 10ºC constante, com a remuage feita totalmente à mão.
O estilo dos champagnes De Sousa, são da elegância e vibração mineral num contexto extremamente harmônico e de complexidade olfativa. De Sousa foi citado no guia Millesimes 2009 de Patrick Dussert Gerber (competente crítico de vinhos francês) como Premiers Grands Vins Classés (5 estrelas) no quesito Prioridade a Elegância ao lado de outros grandes nomes, além de ter sido capa no mesmo guia.
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Château Château Les Justices
Julie Médeville e Xavier Gonet elaboram o Sauternes mais amadurecido antes de sair ao mercado, raro e disputado por verdadeiros conhecedores, o Château Gilette. Na mesma região de Preignac são proprietários do Château Les Justices, estrelado no Les Meilleurs Vins de France 2011 – RVF, um vinho que rivaliza com os melhores crus da denominação.
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Château Croix de Thomas
O château possui 16 hectares na região satélite de Saint-Georges - Saint-Émilion, com importante exposição sul-sudeste e solos argilo-calcários, que conferem uma estrutura sedosa e aromas de boa finesse. A colheita é manual e o envelhecimento é breve, por 3 meses em barricas 25% novas. A principal casta empregada é a Merlot, que entra com 70% no corte.
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Château de Cîteaux
www.chateau-de-citeaux.comO Château de Cîteaux, seu vinhedo contornado por muros – o vieux clos - e as suas caves são algumas das instalações mais antigas da Borgonha, eregidas pelos monges cistercienses quando da sua chegada à região. Comemoraram 900 anos de idade e foram adquiridas por Philippe Bouzereau em 1995, enólogo da sétima geração de uma família de vignerons apaixonados. Além de reestruturar este patrimônio histórico, Philippe quer a excelência em Meursault. Cultiva atualmente 16 hectares de vinhedos nas mais famosas comunas da Côte de Beaune.
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Château de Fonrazade
www.chateau-fonrazade.comUm Saint-Émilion Grand Cru de tirar o fôlego, ainda mais se levada em conta a sua faixa de preço. Contígua ao Château Angélus, a propriedade se estende por 13 hectares em solos argilo-calcários de encosta do plateau de Saint-Émilion e solos de areias antigas. O vinho é vinificado com esmero, com longa cuvaison (fermentação e maceração) e longo amadurecimento em barricas, e o seu estilo é o da complexidade "cremosa" dos vinhos da margem direita de Bordeaux.
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Château de Gravas
www.chateau-gravas.frAdmiravelmente situado entre dois Premier Crus Classés de Sauternes - o Château Coutet e o Château Climens - o Château Gravas cultiva 10 hectares de vinhas em um solo rico em cascalhos, graves em francês. As colheitas são muito tardias, de modo a conferir um caráter bastante botrytisado ao vinho. O envelhecimento em barricas é longo, mas o efeito final é de equilíbrio fino e especiado, com exaltação de notas florais e frutas confitadas.
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Château de La Gardine
www.gardine.comA família Brunel produz alguns dos mais intensos, complexos, sedutores e longevos vinhos do Rhône meridional. Conta com extensos 54 hectares na zona oeste de Châteauneuf-du-Pape, beneficiados pela presença dos três principais tipos de solo da denominação. Ao todo, treze castas diferentes são cultivadas e vinificadas com tratamento estritamente individual. O estilo do produtor alia com muita classe a modernidade dos vinhos elaborados com barricas eminentemente novas, com a fidelidade ao eloqüente terroir do sul do Rhône.
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Château de La Tour
www.chateaudelatour.frEste é incontestavelmente o melhor produtor de Clos-Vougeot e o único a vinificar as uvas do Grand Cru dentro dos seus muros, em uma das duas construções históricas existentes no vinhedo provavelmente estabelecido em 1336. A família Labet é a maior proprietária deste que é um dos mais famosos vinhedos do mundo, com 6 hectares em 50,59 totais. O mais respeitado guia francês, o Classement des Meilleurs Vins de France - RVF 2007 é categórico: "nas últimas safras, a cuvée Vieilles Vignes do domaine iguala aos melhores resultados do Domaine de la Romanée Conti, num estilo bastante semelhante".
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Château de Lugagnac
www.chateaudelugagnac.comEsse château tem se devotado ao plantio e elaboração de vinhos há séculos, como atestam documentos antigos. Os 80 hectares de vinhedos estão localizados sobre um plateau elevado perto do rio Dordogne. Os vinhos, muito equilibrados, são elaborados de uma forma bastante tradicional (leveduras selvagens e malolática com as cascas), e apresentam uma relação preço/prazer difícil de ser encontrada em um Bordeaux com este nível de complexidade.
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Château de Tracy
www.chateau-de-tracy.comEstabelecido em uma das melhores comunas no centro da França para vinhos brancos, Pouily-Fumé, berço dos Sauvignon Blanc mais elegantes do mundo, o Château de Tracy pertence a mesma família desde o século XVI, em uma paisagem bucólica e inspiradora que nos remete a séculos atrás.
Seus 31 hectares de vinhedos conduzidos pelo próprio conde Henri D'Assay, estão situados sobre terraços compostos essencialmente de calcário Kimmeridiano, que resultam em vinhos que primam pela elegância sobre um forte caráter mineral.
Sobre uma conduta de lutte raisonée adotada há 13 anos atrás, com alguns conceitos biodinâmicos, os vinhedos são tratados para a maior harmonia possível com o meio ambiente, com a correção do solo feita por compostos naturais, sem intervenção química e no maior incentivo possível a resistência natural das videiras, que são plantadas em alta densidade.
A vinificação também é feita de forma tradicional, com separação por parcelas visando a preservação do frescor e seleção estrita das melhores cuvées na composição do vinho final. Amadurecimento longo sobre as lias, com periódicas bâtonnages para maior complexidade e volume de boca, garantem vinhos expressivos, densos e elegantes ao mesmo tempo e que sobretudo nos mostram a verdadeira expressão desta maravilhosa casta branca.
Os vinhos são regionais na melhor expressão para defini-los, típicos nos clássicos descritores aromáticos de groselha de espinho (gooseberry), tons florais e de ervas aromáticas frescas. Suculência, elegância e precisão em boca, unidos a uma majestosa persistência mineral.
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Château Des Eyrins
www.gonet-medeville.comJulie Gonet-Médeville tem o desafio de conduzir um dos mais raros, espetaculares e cobiçados vinhos de Sauternes, o Château Gilette. Em Margaux defende a tradição da família com o Château des Eyrins, que conta apenas com 2,9 hectares plantados em solos profundos de graves. Neste terroir elabora um tinto que é a perfeita definição do que é um Margaux: pura finesse, sedução e harmonia.
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Château des Tours
Nectáreo e apaixonante, este vinho botrytisado mostra como regiões alternativas a outras famosas podem impressionar pela excelente relação preço/prazer. Sainte-Croix-du-Mont está justamente em frente à Sauternes, do outro lado do rio Garonne. O Château de Tours é o second vin do vinho emblemático da denominação, o Château Loubens, que goza de uma perfeita exposição ao sol no seu vinhedo de apenas 10 hectares no topo da colina.
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Château du Couvent
A origem do château remonta ao ano 1764, pertencendo à mesma família há muitas gerações. O solo é arenoso-pedregoso, com a tradicional crosta de ferro no subsolo. Este é o second vin do orgânico Clos René, e tal como o grand frère, é uma lição de elegância, com aromas envolventes de cerejas e flores, e uma apetecível maturidade e finesse na boca.
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Château Haut-Sarpe
O espetacular Grand Cru Château Haut-Sarpe foi o primeiro Château adquirido pela família de negociantes Janoueix, ainda em 1930. Esta propriedade magnífica está localizada nos limites da encosta com o plateau calcário de Saint-Émilion, onde nascem os melhores vinhos desta famosa denominação da margem direita. Os Janoueix estão a reviver a glória deste Château já premiado com medalha de ouro na Exposição Universal de Paris em 1867.
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Château La Bastide
www.chateau-la-bastide.frA propriedade do Château La Bastide está situada ao norte da "appellation" de Corbières, no departamento de Aude, Languedoc-Roussillon. Encrustrada na vegetação aromática mediterrânea, o impressionante "château", mencionado em levantamentos topográficos de 1770 e redecorado diversas vezes, oferece um caráter único. Os proprietários, Anne-Marie e Guilhem Durand, compraram a propriedade em 1989. A partir de então, deram uma importância particular à melhoria dos vinhedos, substituindo as castas e clones inferiores por mudas qualitativamente superiores (clones de baixa produtividade, porta-enxertos pouco vigorosos), plantadas em densidades mais altas (4.500 a 5.500 hectares), com condução em espaldeira e rigoroso manejo de folhagem.
Dos 200 hectares da propriedade no departamento de Aude, dispõe-se de 70 hectares de área plantada na "appellation de origine contrôlée" Corbières, e 30 hectares de área plantada na zona de "vin de pays" D'Hauterive en Pays D'Aude. Estas regiões são caracterizadas pela topografia colinar (plantações em terraços orientados para o sul), com influência tanto do Mediterrâneo nas zonas mais baixas e costeiras, como mais fria do Atlântico nas zonas mais altas do oeste do departamento. Em geral a pluviosidade é baixa, na faixa dos 500mm/ano. Os solos são eminentemente argilo-calcários do Quaternário, com presença de quartzo e xisto, e cobertura de grandes cascalhos "galets", de origem aluvial. Alocadas em função do terroir, na A.O.C. estão plantadas a Syrah, Grenache e Mourvèdre para tintos e Roussanne, Vermentino, Bourboulenc e Muscat à Petit Grain para brancos; sendo que na zona V.d.P. estão plantadas Syrah, Merlot, Pinot Noir, Malbec e Mourvèdre para tintos, e Chardonnay e Viognier para os brancos. Há 6 anos tem-se adotado um conceito de total respeito ao meio-ambiente (lutte raisonné), com tratamentos dos vinhedos da forma mais natural possível.
A política orientada à máxima qualidade tem dado bons resultados, e 96% da produção já é exportada para mercados importantes: Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, BENELUX e Alemanha.
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Château La Croix
Os peregrinos na rota para Santiago de Compostela costumavam descansar neste belíssimo château, no coração do Pomerol, ao lado do Château Le Pin e do Petit Village. Os seus 10 preciosos hectares estão na terrasse rica em argila e graves da parte sul da região, e além da dominante Merlot, a Cabernet Franc e a Cabernet Sauvignon, cada qual com 20% da superfície, amadurecem à perfeição. Henri e Bernard Enjalbert, dois dos maiores especialistas da geologia de Bordeaux, colocam: “os vinhedos do châteaux estão aptos a darem o melhor de si, para testemunhar um dos melhores vinhos que o Pomerol pode oferecer”.
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Château La Croix Saint Georges
www.josephjanoueix.comEste pequeno cru de apenas 4,5 hectares está encravado entre os célebres Château Le Pin, Petit Village e Vieux Château Certan na terrasse argilo-pedregosa do Pomerol. O detalhista Jean-Philippe, da tradicional família Janoueix, vinifica suas uvas perfeitas em tanques abertos de 70hl de carvalho Taransaud e envelhece o vinho em barricas do tipo cigare, mais compridas para um maior contato entre as lias e o vinho. Este Pomerol estrelado de Tom Stevenson - "rico, macio e sedutor" -, é um representante colossal desta glamourosa região da margem direita de Bordeaux.
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Château La Gasparde
www.josephjanoueix.comVinhos plenos de caráter estão despontando desta denominação dinâmica criada em 1989, na margem direita do rio Dordogne. O Château La Gasparde é mais um vinhão da tradicional família Janoueix, proprietária do Château La Croix St. Georges em Pomerol. Os aromas desnudam o lado maduro e complexo da Merlot nesta subregião, emoldurados por laivos de alcaçuz e rosas. Os dois vinhos apresentam uma trama cerrada de taninos cremosos e um belo final.
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Château La Tour de By
www.la-tour-de-by.comA torre de By foi construída em 1825 sobre as ruínas de um antigo muinho para servir como farol de guia aos navegantes no estuário do Gironde, quase na confluência com o Atlântico. Os vinhedos em torno do farol passaram por diversas famílias nobres importantes, e foram finalmente adquiridos em 1965 pelo atual proprietário, Marc Pagès. Os 40 anos de reestruturação que se seguiram colocaram o Château La Tour de By na elite dos Cru Bourgeois e entre os membros da Union des Grands Crus de Bordeaux.
A sua posição estratégica no norte do Médoc, a algumas centenas de metros do Gironde e muito próximo ao Atlântico, atravessado pelo paralelo 45º, garante um meso-clima temperado marítimo, morno e positivamente úmido, banhado pela luz do sol. As massas de água no entorno atuam como termo-reguladoras, favorecendo a viticultura com métodos orgânicos de tratamento, empregada desde a década de 80. O solo é similar aos dos grandes Châteaux do Médoc, com cobertura de graves (cascalhos redondos aluviais) sobre "hardpan" de argila densa, proporcionando perfeita maturação às uvas, inclusive à Cabernet Sauvignon, que responde por 65% do encépagement, ao lado de 30% de Merlot, 3% de Cabernet Franc e 2% de Petit Verdot.
Marc e seu neto Frédéric Le Clerc contam com a assessoria enológica de Jacques e Éric Boissenot, que elaboram os clássicos Château Lafite Rothschild, Château Margaux, Château Cos d'Estournel, Château Ducru Beaucaillou, Château Léoville Barton, Château Pichon Lalande, Château Palmer, entre outros grandes Bordeaux que primam pela harmonia e elegância. O Château La Tour de By é, aliás, um arquétipo de Bordeaux elegante e clássico, com complexidade e boa capacidade de guarda, presente nas cartas de vinho de restaurantes estrelados na França como La Tour d'Argent, L'Arpège, Taillevent, Le Pré Catelan, La Côte Saint-Jacques e L'Espérance.
Na revista inglesa Decanter de abril de 2005 foi solicitado a 6 dos maiores experts em Bordeaux na Inglaterra para que elegessem os seus châteaux preferidos (fora cru classés) dentro do critério preço/prazer. Foram elencandos 50 châteaux, e o La Tour de By ficou em 3? lugar geral, à frente de nomes famosos como Château Sociando-Mallet, Château Phélan-Segur, Château Chasse-Spleen, Château Poujeaux e Château Haut-Marbuzet. O grande degustador Michael Schuster colocou: "saborosas amoras negras, carvalho levemente perceptível, boa pegada sem ser rústico e com marcados aromas de cascalho sob a fruta", enquanto que David Peppercorn MW destacou: "harmônico, finamente aromático, com frutado cheio de vibração e elegância, um excepcional valor".
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Château La Tour L'Aspic
Super-relação preço/prazer de Pauillac, este é o second vin (segundo vinho) do Château Haut-Batailley da renomada família Borie, elaborado com vinhas antigas de uma parcela denominada La Tour de L’Aspic e mais algumas vinhas jovens do Haut-Batailley. Vinificado com a mesma paixão que o seu irmão mais velho, desvela com muito charme e taninos perfeitamente fundidos as características da nobre subregião.
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Château Lagrézette
www.chateau-lagrezette.tm.frAlain Dominique Perrin é uma figura emblemática na França, responsável pelo renascimento e desenvolvimento da poderosa Cartier. Desde 2003 dirige o segundo conglomerado mais poderoso de marcas de luxo do mundo, o Richemont. Apaixonado por arte contemporânea, navegação à vela e vinho, comprou em 1980 um castelo do séc.XV em Cahors, o Château de Lagrézette, e dedicou 10 anos ao restauro das edificações, dos jardins e dos seus vinhedos, onde em 1503 já colhiam a Malbec. Parker definiu o Domaine Lagrezétte como a quintessência de Cahors, e o guia Les Meilleurs Vins de France 2010 da RVF, como le chef de file, ou líder da denominação.
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Château Le Castelot
A tradicional família Janoueix, negociantes de vinho em Bordeaux desde 1898, conquistou um séquito em todos os cantos do mundo de clientes entusiastas dos seus grandes vinhos, elaborados em belíssimos châteaux de sua propriedade. Uma destas últimas aquisições foi a deste Grand Cru de 9 hectares, próximo ao Château La Madeleine, onde o rei da França Henry IV teria se hospedado e se encantado quando esteve na região.
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Château Les Hauts de Caillevel
www.vigneron-independant.comO casal Marc Ducrocq e Sylvie Chevallier abandonou o mundo dos eventos esportivos para se dedicar completamente ao terroir de Bergerac. Estudaram enologia em Beaune e hoje possuem 19,5 hectares no coração da denominação de Bergerac e Monbazillac, trabalhados segundo os preceitos da lutte raisonnée. Nos vinhedos de encosta, cultivam a Cabernet Sauvignon, a Merlot e a Cabernet Franc, para elaborar vinhos tintos generosos, frutados e originais.
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Château Peymartin
www.gonet-medeville.comNa interseção entre a potência de Pauillac e o charme arrebatador de Margaux, os vinhos de Saint-Julien despontam com uma harmonia insuperável. O Château Peymartin é o second vin do ultraconsistente Château Gloria, embora seja uma propriedade à parte da família Martin Triaud. Com videiras de 25 anos de idade e vinificação tradicional e cuidadosa, esbanja tipicidade, amplitude e finesse.
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Château Picard
www.mahler-besse.comEste cru bourgeois pertence à família Mähler-Besse, um dos mais respeitados e tradicionais négociants de Bordeaux com uma longa tradição que remonta a 1892. Co-proprietários do Château Palmer desde 1938, direcionam todos seus esforços à qualidade, e se esmeram em mostrar ao mundo os grandes vinhos de Bordeaux.
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Château Ramon
No coração do Périgord, em frente a Bergerac, os vinhedos do Château Ramon se estendem sobre os flancos do vale do rio Dordogne, dispostos entre 50 e 180 metros de altitude. A natureza do solo é argilo-calcária com um domínio de calcário em algumas parcelas, conferindo aos vinhos aromas intensos e uma estrutura potente. As mesmas uvas cultivadas em Sauternes triunfam nos belos vinhedos da região, sendo também atacadas pela Botrytis cinerea.
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Château Saint-Roch
www.chateau-saint-roch.comA forte assinatura da família Brunel, proprietária do Château de la Gardine, já é uma garantia do alto nível qualitativo desses encantadores vinhos do sul do Rhône. Ao adquirir o Château Saint-Roch em 1998, um sistemático trabalho de reestruturação dos vinhedos tomou lugar, atento aos diferentes terroirs de Lirac. Contígua a Châteauneuf-du-Pape, só que na outra margem do rio, esta AOC origina brancos, rosés e tintos ricos, maduros e de marcado caráter regional.
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Château Tour de Pas St. Georges
Propriedade do grande enólogo Pascal Delbeck, antigo vinificador do Château Ausone e atual do Château Belair, um personagem lendário da margem direita de Bordeaux. O Château Tour du Pas St. Georges está na região satélite de Saint-Émilion mais prestigiosa do momento, Saint-Georges, assentado sobre um terroir de encostas argilo-calcárias e areias do Périgord, trabalhado em lutte raisonnée. Um vinho de perfil clássico, absolutamente delicioso à mesa.
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Cheval Noir
www.mahler-besse.comA marca Cheval Noir foi registrada em 1895 e há mais de 60 anos é um puro-sangue vencedor do estábulo da família Mähler-Besse, um dos mais respeitados négociants de Bordeaux. Sempre em busca do melhor, são co- proprietários do fabuloso Château Palmer desde 1938. O nome Cheval Noir provém do château homônimo de Saint-Émilion, um Grand Cru adquirido pela família em 1937. Deixe-se seduzir pela apresentação, qualidade, preço e constância safra após safra desta linha, construída com muita dedicação pelos poderosos Mähler-Besse.
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Clos Naudin - Philippe Foreau
Juntamente com Huet, Clos Naudin é a máxima referência em Vouvray e na sua emblemática casta, a Chenin Blanc. Ainda nas mãos da mesma família Foreau desde a sua fundação em 1923 e cultivando apenas 12 hectares segundo uma lógica orgânica, é um dos pouquíssimos domaines no Loire com as máximas 3 estrelas no Les Meilleurs Vins de France 2011 da Revue du Vin de France. "Philippe Foreau produz calmamente obras de arte de harmonia e elegância, tal como seu avô Armand e seu pai André fizeram nos seus dias. Clos Naudin é, e sempre foi, a fonte do Vouvray quintessencial", segundo James Turnbull no excelente Fine French Wines.
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Couly-Dutheil
www.coulydutheil-chinon.comChinon é o vinho do cotidiano francês, seja pelo seu incrível frescor e predisposição gastronômica, seja pela suas raízes históricas. Terra de reis da França e do escritor Rabelais, a Cabernet Franc reina com louvor há muitos séculos nos vinhedos da região. Couly-Dutheil faz parte da história de sucesso de Chinon, pois é o produtor mais apreciado pelos principais restaurantes e lojas do país, além de ser o embaixador da denominação no exterior.
Na quarta geração, com 90 anos de tradição, o domaine trabalha em 120 hectares dos três terroirs de Chinon para revelar toda vibração destes vinhos indissociáveis da mesa.
O Clos de L'Écho foi o primeiro vinhedo de Chinon, plantado por monges no final do séc. IX. Sua incrível qualidade o fez tornar um vinhedo real da dinastia Plantagenet, da qual os reis Henrique II e Ricardo Coração de Leão faziam parte, tendo vivido justamente em Chinon. Conta um lenda que Joana D'Arc bebeu o Clos de L'Echo antes de enfrentar e expulsar uma armada inglesa. Mas fato é que o famoso "clos" pertenceu à família do célebre humanista Rabelais no séc. XVI, o qual decantou suas qualidades. Desde 1953 monopólio da família Dutheil, o vinhedo de 17 hectares de solos calcários com videiras velhas gera um vinho magnífico, complexo e persistente, um clássico da vinicultura francesa. O 2008 conquistou 91 pontos da Wine Spectator.
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Delord
www.armagnacdelord.comNas mãos da quarta geração, a famosa casa da família Delord elabora desde 1893 alguns dos mais complexos destilados da nobre região de Bas Armagnac, a partir das uvas Colombard, Ugni Blanc e Folle Blanche. Com mais de 700 barricas de carvalho onde repousam até eaux-de-vie do século passado, a Delord conta através de seus insuperáveis Armagnacs um pouco da história do mais antigo destilado francês.
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Despagne – Château Bel Air
www.despagne.frA família Despagne foi uma das pioneiras na elaboração de grandes vinhos brancos na região de Entre-Deux-Mers e vem também mostrando que com extremos cuidados nos vinhedos e técnicas corretas é possível elaborar belos tintos na região. Com a assessoria de Michel Rolland e a entusiástica direção de Thibault Despagne, um dos mais atuantes enólogos da nova geração de Bordeaux, o château elabora vinhos modernos, frutados e carnudos.
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Domaine Antonin Guyon
Um monumental domaine, proprietário de 48 hectares de vinhedos espetaculares espalhados tanto na Côte de Beaune quanto na Côte de Nuits: “um dos domaines familiares mais notáveis da Borgonha”, conforme o Guide Hachette 2008. A regularidade dos vinhos é espantosa, e sua política de preços “muito razoável”, segundo o Les Meilleurs Vins de France 2008 da Revue du Vin de France . Da mesma forma, toda a imprensa internacional avalia com entusiasmo os vinhos profundos e precisos dos irmãos Guyon.
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Domaine Comte Senard
www.domainesenard.comA majestosa colina de Corton é uma visão clara de um grande terroir e suas sanções sobre os estilos de vinhos que dele florescem. Embora na mesma colina, diferentes solos e exposições permitem que Corton seja o único Grand Cru bicolor da Borgonha, com tintos longevos e brancos dramáticos. Depois de alguns anos sob a consultoria controversa de Accad, o Domaine Senard está de volta aos trilhos, rumo ao posto de produtor referência da comuna. O conde Philippe Senard possui 9 hectares de vinhedos magníficos e uma cantina do séc. XIII construída por monges beneditinos, onde guarda seus vinhos espirituais.
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Domaine De Liboreau
Inacreditável relação preço/prazer da região de Charentes, origem das uvas para a produção de Cognac. Focado em frutas cítricas e relva fresca, é um branco perfeito para aperitivar num dia quente, ou para grandes festas e recepções.
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Domaine du Salvard
Localizada ao nordeste da zona de Touraine, no médio-Loire, Cheverny representa uma excelente alternativa preço/prazer à zona de Sancerre. A família Delaille é a referência na região, e elabora brancos e tintos de muita elegância e vivacidade no seu Domaine du Salvard desde 1930.
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Domaine Henri Rebourseau
www.rebourseau.comUm domaine que atravessou toda a história do século XX em Chambertin. Ficamos extasiados quando experimentamos pela primeira vez os Gevrey Chambertins de Jean de Surrel, neto do Général Henri Rebourseau, que em 1919 consolidou as vinhas de seu pai em torno da bela maison familiar. Com um patrimônio de Premiers e Grand Crus rivalizado por pouquíssimos domaines na comuna, este produtor vem a cada ano chegando mais perto de realizar o seu potencial. Todo o caráter terroso e muscular dos Gevrey está aqui, enobrecidos com cerejas griottes, flores amassadas e notas de trufas e bálsamo.
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Domaine Jacques Cacheux
Jacques Cacheux começou a fazer grandes vinhos na década de 50. Aposentando-se em 94, passou a condução do domaine ao filho Pascal, que o impulsionou ao time dos produtores top rank da comuna de Vosne Romanée. Com cinco hectares em Vosne Romanée, Échézaux e Nuits-Saint-Georges, encanta aos mais exigentes apreciadores de Borgonha com seu estilo rico, macio e extremamente elegante. Parker, admirador confesso dos vinhos de Cacheux, incita à descoberta desse precioso domaine, colocando-o como absolutamente underrated, ou seja, valorizado muito aquém da sua real significância.
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Domaine L'oustal Blanc
www.oustal-blanc.comUm casal apaixonante e generoso, Claude e Isabel Fonquerle exponenciaram a qualidade em Minervois, denominação montanhosa de prestígio crescente no oeste do Roussillon. A viticultura é quase artística, com seleções draconianas das uvas. A vinificação é espiritual, com barricas abertas para a velha Grenache e fermentação integral com as cascas em barrica para o Prima Donna. Defensores das castas autóctones, os Fonquerle não se inibem em nomear seus vinhos com termos italianos relativos à opera, já que seus vinhos tocam na alma. Domaine estrelado no Les Meilleurs Vins de France 2010 da RVF.
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Domaine Paul Blanck
www.blanck.comJ"O caminho já está traçado, e deverá conduzir o domaine ao topo mais alto". Assim se refere Michel Bettane a esse patrimônio da Alsácia vinícola, que tem origem no ano de 1610. Desde 1985 os primos Philippe e Frédéric Blanck estão na direção, e nesse período os vinhedos próprios se estenderam de 24 a 36 hectares, dos quais 1/3 na categoria máxima de Grand Cru. O foco do trabalho da família Blanck tem sido o de refinar cada vez mais o tratamento biológico nos vinhedos e o equilíbrio na vinificação, na busca por representar da forma mais pura possível a força dos terroirs da Alsácia e a riqueza das suas nobres castas.
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Domaine Pierre Labet
www.pierrelabet.comConversar com o Sr. François Labet é uma lição profunda sobre a fascinante região da Borgonha. Como Conseiller du Commerce Extérieur de la France e oriundo de uma família enraizada naqueles vinhedos desde o século XV, Labet sabe como ninguém ser o embaixador dos pequenos artesãos da Borgonha rural nos mercados nobres que clamam pelos seus vinhos. A sua família possui simplesmente a maior parcela do Grand Cru Clos-Vougeot e uma das duas únicas construções históricas existentes no vinhedo, o seu Château de la Tour, ao lado do mosteiro cisterciense sede da organização dos Chevaliers du Tastevin.
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Domaine Robert Chevillon
www.domainerobertchevillon.fr“Resumindo, este é o domaine supremo de Nuits-St.Georges”, segundo o inspirado autor Matt Kramer, em seu livro “Making Sense of Burgundy”. “É o Nuits como deveria ser”, ou seja, um vinho intenso, rico, com muita capacidade de guarda e um desafiador caráter terroso. Este domaine precioso começou a tomar forma há quase um século, e atualmente orgulha-se de ostentar parcelas em 8 dos melhores premier crus da comuna. Avesso aos modismos, sua vinificação clássica e cuidadosa garante uma longa vida aos seus vinhos plenos em sensualidade e “gosto do lugar”.
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Domaine Roger Belland
www.domaine-belland-roger.comEste é o domaine para quem busca toda a voluptuosidade dos vinhos da Borgonha. “O mais importante do sul da Côte de Beaune” segundo o Bettane & Desseauve Le Grand Guide des Vins de France 2011, situa-se em Santenay, tão famosa pelas suas fontes de água como pelo vinho marcado pelo goût de terroir. Roger e sua filha Julie representam a quinta e sexta geração da família Belland à frente do domaine, que dispõe de 23 hectares nos melhores vinhedos de Santenay, além de ser o maior proprietário e referência no Grand Cru Criots Bâtard-Montrachet, um dos mais sublimes brancos do mundo.
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Domaine Rolet
www.rolet-arbois.comO isolamento geográfico do Jura lhe garantiu um patrimônio de uvas autênticas, o resguardo das tradições vitivinícolas ancestrais e consequentemente uma fascinante paleta de vinhos originais e desafiadores. Criado na década de 40 por Désire Rolet, o domaine é hoje o mais renomado do Jura, fruto do trabalho passional dos quatro filhos do fundador: "o Domaine Rolet contribuiu a dar uma boa imagem aos vinhos do Jura na França e no exterior e conseguiu manter um estilo próprio, aliando um certo classicismo com perfeito domínio técnico", segundo o Les Meilleurs Vins de France 2010 da Revue de Vin de France, que confere uma estrela ao produtor. Os 62 hectares de propriedade dos Rolet estão distribuídos nas melhores colinas das 3 principais denominações do Jura.
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Domaine Sorin
www.domainesorin.comO Domaine Sorin conta a história de um vigneron e de um terroir muito especial. Oriundo de uma família ligada ao vinho desde o séc. XVI, Luc Sorin adquire em 1994 uma propriedade situada nos solos calcários de Saint-Cyr ricos em ferro e greda, na interseção das denominações de Bandol (3 hectares) e Côtes de Provence (12 hectares), a 3km do mar Mediterrâneo, na região da Provença. Defensor dos vinhos expressivos de terroir e plenos de elegância, devido à sua origem da Borgonha, ele pratica uma culture raisonée, ou seja, o cultivo de seus vinhedos em linhas orgânicas, com poda curta e desbastes para limitar ao máximo a produção. Aproveitando das influências marinhas que amenizam as altas temperaturas do verão e das mais de 3.000 horas anuais de sol, os vinhedos são plantados com as castas tradicionais Grenache, Syrah, Cinsault, Carignan, Mourvèdre e Rolle.
Sorin trouxe também para a esfera da vinificação o savoir-faire ancestral da família, um equilíbrio entre inovação e tradição para motivar a pura expressão de cada vinho. A vinícola é climatizada para controlar as temperaturas de vinificação/maturação e manter a higrometria e o frescor durante todo o ano. Os rosés são elaborados pela mistura inteligente das técnicas da prensagem direta (sobretudo na Cinsault e na Carignan), da sangria e da maceração pelicular à frio. Os tintos são fermentados em foudres rotatifs autopigeants, balseiros de carvalho Seguin Moreau com controle de temperatura sobre roldanas que permitem seu giro, de 7.600 litros. Desenvolvidos exclusivamente para o Domaine Sorin, eles garantem uma extração lenta e progressiva de taninos e sua polimerização, resultando em vinhos de estrutura sedosa e envolvente. Além disso, os tintos não sofrem colagens nem filtrações, e apresentam uma intensa carga de polifenóis benéficos à saúde.
O Domaine Sorin se tornou uma das maiores referências da Provença, um dos preferidos da sommellerie francesa e está nas melhores cartas de vinho do país, como no Louis XV em Mônaco, no Negresco em Nice, no Carlton em Cannes, no Georges Blanc em Vonnas e no La Closerie de Lilás em Paris. A Revue du Vin de France sistematicamente coloca os vinhos de Sorin no sommet "duplo coup de coeur tanto pela qualidade dos seus Côtes de Provence, quanto pela qualidade dos Bandol", enquanto que Parker afirma: "Sorin é um dos mais excitantes produtores do sul da França.Aqui está um domaine para comprar antes que os preços cresçam, resultado da excepcional qualidade dos vinhos".
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Duc de Valmer
Fresquíssimo espumante elaborado com uvas originárias principalmente da região de Charentes, pela tradicional Societé Rémoise des Vins, fundada pelo inventor do método charmat de tomada de espuma em tanques, Sr. Jean Eugène Charmat. Um de seus personagens históricos favoritos era o Duque de Valmer, grande conhecedor de vinhas e vinhos, que emprestou também o seu nome a essa leve e celebrativa cuvée.
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Jean Luc-Colombo
www.vinscolombo.fr/uk/Elegância extrema, aptidão gastronômica, modernidade na medida perfeita. Assim ousaríamos resumir o estilo dos vinhos deste enólogo genial, locomotiva da região de Cornas que virou de pernas para o ar o mundo da vinicultura do Rhône nos anos 80. Dinâmico, enérgico e criativo, Jean-Luc Colombo presta consultoria enológica para grandes nomes e também pequenos produtores amigos, e alimenta assim o seu trabalho de négociant. Apaixonado pelo campo e pela cozinha - sua mãe era uma Chef em Marseille -, busca no respeito ao meio-ambiente dos seus vinhedos a qualidade para criar vinhos de caráter vibrante como o seu.
omo farmacêutico de formação, Colombo se apaixonou pela ciência da enologia ainda nos seus anos de laboratório. Como enólogo, estabeleceu em 1984 um escritório de assessoria no Rhône, atraindo clientes especiais como Chapoutier, Château Fortia, Cuilleron, Courbis, Paris, etc. e iniciou uma verdadeira revolução na região: vinhas orgânicas, desbaste de cachos para limitar rendimentos, desengace completo, longas macerações, controle rigoroso de higiene, barricas novas de carvalho, ou seja, a cartilha moderna para se elaborar grandes vinhos.
Em 1986 adquire os primeiros vinhedos na adormecida porém sensacional appellation de Cornas, e no ano seguinte já lançava no mercado os primeiros vinhos modernos desta que é uma das maiores promessas da França atualmente, com suas encostas íngremes de granito expostas a sudeste, na interseção do Rhône Nord continental com o Rhône Sud mediterrâneo. Em 1994 surge a Vins Jean-Luc Colombo, empresa que concentra os vinhos cujos vinhedos são próprios como os Cornas Les Ruchets, La Louvée e Les Terres Brûlées. Colombo atua ainda como exímio négociant em diversas denominações do sul da França, oferecendo maravilhas como o Hermitage Le Rouet e o Côte-Rôtie La Divine, e rótulos de excelente relação preço/prazer em mais três domaines: Domaine de Saint-Luc no Roussillon; Domaine de Salente no Languedoc; Domaine de la Côte Bleue na Provence. A produção total anual, somando todas as linhas, é de apenas 600.000 garrafas.
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Kriter
www.kriter.frOs espumantes Kriter são líderes de venda no mercado francês. A empresa nasceu em 1965, fundada pelo presidente do grupo Patriarche, André Boisseaux, que decidiu repetir o sucesso da sua companhia da Borgonha no mundo dos espumantes.
A sede da Kriter está ao sul de Beaune, no meio aos grandes vinhedos da Borgonha. A notoriedade da empresa começa a se desenvolver na própria década de 60, com o patrocínio dos melhores e mais famosos yachts que participavam de competições transatlânticas e ao redor do mundo. A liderança da marca hoje está consolidada na França, e os produtos Kriter são exportados para diversos países.
A excelente relação de preço/qualidade, aliada a apresentação irretocável da empresa são as principais razões do sucesso da Kriter. Os vinhos espumantes têm a classificação de "Vin Mousseux de Qualité", e provêm sobretudo das uvas Chardonnay, Chenin Blanc e Pinot Meunier. A exigência mínima legal de envelhecimento sobre as leveduras é de 06 meses para a categoria VMQ, mas a Kriter envelhece no mínimo 09 meses os seus espumantes (Charmat longo), normalmente por 12 meses, conferindo uma boa dimensão e notas tostadas e de autólise aos seus aromas. A estrutura e a persistência gusto-olfativa são intensas para a categoria, atributos que explicam os dois "best-buys" recebidos recentemente no mercado americano, através da revista Wine Enthusiast.
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Maison Coquard
www.maison-coquard.comDescendente de uma família de viticultores estabelecida no coração de Beaujolais há muitas gerações, Christophe Coquard criou a sua própria maison de negociante em 2004, com o objetivo de atualizar a imagem dos vinhos da denominação e de reafirmar o seu amor pelos terroirs e pela diversidade dos Beaujolais. Após três anos de trabalho no mercado de importação e de distribuição na Inglaterra, e de experiências enológicas em três continentes (Califórnia, África do Sul e Nova Zelândia), Coquard volta às origens determinado a perpetuar a tradição familiar com uma visão contemporânea do mundo do vinho.
A casa dos Coquard do ano 1881, localizada em meio aos vinhedos de pierres dorées (pedras douradas), foi a inspiração para os artistas Zak & Landau desenharem a linha "une maison de tradition" (uma casa de tradição), que além dos Beaujolais A.O.C. e Villages, traz toda a gama dos 10 crus, ou subzonas especiais produtoras de Beaujolais. Cada rótulo é uma obra de arte, com o formato que remete à casa da tradição Coquard e elementos que exprimem a tipicidade de cada subzona.
Com uma imagem forte, original e impactante, os vinhos de Coquard são igualmente intensos e contemporâneos, trabalhados pelo seu criador para representar fielmente as subzonas de origem. Apenas 250.000 garrafas são elaboradas meticulosamente ao ano.
Apesar de ser um projeto novo, a Maison Coquard já figura no guia "Les Meilleurs Vins de France 2008" da Revue du Vin de France, com os elogios: "realizou uma bela entrada no mercado, e prova que não há fatalidade no Beaujolais com bons vinhos e senso de marketing". No "Guide Hachette 2007" a Maison Coquard obteve um resultado magnífico, com o Juliénas 2005 com coup de coeur e 3 estrelas em 3, e mais outros três vinhos estrelados.
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Montirius
www.montirius.comEric e Christine Saurel são a quinta geração no comando desta vinícola que é uma das máximas refências da França em vinhos biodinâmicos. Trabalham obstinadamente em 32 hectares na denominação de Vacqueyras com videiras velhas de 40 anos e mais 16 hectares em Gigondas com metade das videiras acima de 80 anos de idade. Desde 1980 não aplicam nenhum tipo de composto químico nos vinhedos e em 1996 converteram-se à biodinâmica (certificados pela Ecocert e pela Biodyvin). Em 1999 tornaram-se os primeiros a produzir vinhos biodinâmicos nas AOCs de Vacqueyras e Gigondas, com a mínima interferência humana no processo de vinificação, concorrendo para a mais pura e imaculada expressão destes nobres terroirs do Rhône meridional.
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Paul Mas
www.paulmas.comBrilhante enólogo e um furacão de idéias, Jean Claude Mas é provavelmente o produtor de maior sucesso dos últimos anos do Languedoc- Roussillon. Apesar da energia revolucionária, a sua família Mas elabora vinhos desde 1982 na região. Hoje ele possui 4 domaines com situações de solos e mesoclimas variados, de Nîmes até o mais fresco vale de Limoux, manejando 700 hectares sustentavelmente dentro dos preceitos da lutte raisonnée. Largamente premiado e demandado em todos os continentes, o "Humilde Enólogo" Jean Claude, como se autointitula, já foi eleito em 2008 o produtor do ano na Inglaterra por Tim Atkin pelo The Guardian, mesmo sendo a excepcional relação preço/prazer o foco do seu trabalho.
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Renaud de Valon
www.vin-saintchinian.comA Cave de Vignerons de Saint-Chinian elabora este excelente vinho a partir das melhores uvas dos seus vinhedos em terraços de xisto, plantados com Syrah e Grenache, além de 20% de Carignan de vinhas muito antigas, com mais de 80 anos de idade. Um tinto peculiar de notável performance gastronômica.
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Tesseron
www.cognactesseron.comFundada em 1905, esta casa gloriosa elabora apenas Cognacs na categoria máxima X.O., para a elite mundial de apreciadores deste destilado mítico francês. O Sr. Alfred Tesseron, também proprietário do irretocável Château Pontet-Canet, é a terceira geração a supervisionar um dos maiores estoques familiares de Cognacs ultravelhos das regiões de Grande e Petite Champagne. A pura perfeição, para uma experiência sensorial extraordinária e inesquecível!
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Grécia
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Domaine Sigalas
www.sigalas-wine.comSe a ilha de Santorini oferece possivelmente o pôr-do-sol mais dramático do planeta, certamente ela oferece o melhor produtor de vinhos tradicionais da Grécia, o Domaine Sigalas. Nada de uvas internacionais ou vinhos tecnológicos contemporâneos, até porque seria um pecado negligenciar o “museu vitícola” que é Santorini, com mais de 3000 anos de tradição e um patrimônio ímpar de excepcionais castas autóctones, preservadas da filoxera pelos solos arenosos e calcários recobertos de pedra-pomes, cinzas e lava vulcânica. Paris Sigalas não imaginava ao fundar a vinícola em 1991 que se tornaria um ícone do vinho grego, mas este professor de matemática formado em Sorbonne na França, além de talentoso artista, dramaturgo e filólogo, conseguiu mostrar em poucos anos toda a grandiosidade e singularidade dos vinhos desta ilha cênica do mar Egeu. Talvez porque sua erudição, sensibilidade e versatilidade o aproximem dos seus magnânimos antepassados, que mudaram a história do mundo.
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Hungria
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Attila Gere
www.gere.huAttila Gere é o "superstar do vinho tinto na Hungria", segundo Jancis Robinson, e provavelmente o melhor produtor de todo o leste Europeu. A família Gere está há 7 gerações envolvida na produção de vinhos, apesar de ter sido afastada do país durante o período comunista. Em 1978 o guarda-florestal Attila Gere resolve trabalhar com sua nova paixão, a viticultura, começando em algumas fileiras de vinhas que ganhou de presente de casamento. Convicto, abandona sua antiga profissão de para se tornar o produtor ícone da Hungria. A recompensa chega em 2004, quando seus vinhos batem às cegas o Château Pétrus em degustações profissionais simultâneas na Áustria e nos Estados Unidos. Ostenta as 4 máximas estrelas no Hugh Johson 2010.
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Pendits
www.pendits.dePossivelmente o vinho de sobremesa mais lendário do mundo, com mais de 400 anos de história, o Tokaj antecede ao Reno em um século e a Sauternes em dois na elaboração intencional de vinhos afetados pela podridão Botrytis cinerea em sua manifestação "nobre". A alemã Marta Wille-Baumkauff faz parte da nova geração de investidores que chegou à região após a derrocada do sistema comunista, e com uma visão aberta e orientada à qualidade, conseguiu restituir à Tokajihegyalja a sua antiga glória, um verdadeiro renascimento do "vinho dos reis e rei dos vinhos".
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Itália
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Araldica
www.araldicavini.comA cooperativa Araldica congrega 300 sócios que trabalham em 900 hectares de vinhedos no Piemonte. O seu diretor e enólogo Claudio Manera conduz com inteligência e sensibilidade esta irretocável instituição piemontesa, cujo objetivo é elaborar vinhos prazerosos, típicos porém modernos, de excepcional relação preço/prazer. Uma introudução fiel e econômica aos encantadores vinhos piemonteses.
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Armani
www.albinoarmani.comArmani é uma família monolítica, camponesa e empreendedora, desde 1607 aos dias de hoje...sempre viticultores. O amor visceral que nutre pela região da Vallagarina, onde o rio Adige corre sinuosamente entre o Veneto e o Trentino, impulsiona-a a elaborar vinhos de emoção e conhecimento.
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Arunda
www.arundavivaldi.itArunda é a mais alta vinícola de espumante método clássico da Europa, localizada no pequeno povoado alpino de Meltina a 1.200m de altitude. Seu fundador em 1979, Josef Reiterer, é um ponto de referência no mundo do vinho espumante artesanal italiano, metódico e apaixonado. Produz excepcionais cuvées em diminutas quantidades, com longos envelhecimentos sobre as lias, puríssimos e austeros. Recebem o selo do exigente Intituto Talento Método Classico.
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Basilisco
Em 1992 foi elaborado o primeiro Basilisco, um vinho que nasceu para ser a grande expressão da uva Aglianico nas encostas do monte Vulture, vistoso grupo vulcânico que torna muito favorável a cultura da videira e da oliveira no norte da região da Basilicata. O médico Michele Cutolo e sua mulher Nunzia decidiram colocar em primeiro plano a paixão pela vitivinicultura em 10 hectares de vinhas trabalhadas com baixíssimos rendimentos, obtendo-se no máximo 1 kg de uva por planta. A vinificação e armazenagem dos vinhos se dão em uma sugestiva cantina do séc. XV escavada no tufo, tipo de rocha originária da consolidação de cinzas vulcânicas expelidas durante erupções.
A uva Aglianico foi introduzida na região pelos gregos entre os séculos VII e VI a.C., que passou por isso a ser referida como ellenico, nome mais tarde vulgarizado na forma atual. A técnica de cultivo herdada foi a da condução arbustiva livre de sustentação conhecida como alberello. Os novos vinhedos, tais como os do Basilisco, já se encontram conduzidos em guyot duplo.
O clima na parte interna e montanhosa da Basilicata apresenta uma intensa continentalidade, com invernos rígidos e longos, e verões curtos com temperaturas agradáveis. A pluviosidade gira em torno de 500 e 600mm de chuva ao ano, concentradas no final do outono.
O entusiasmo de Michele Cutolo pelo seu projeto o levou a buscar a consultoria de um dos mais concorridos enólogos italianos da atualidade, Lorenzo Landi. Condecorado por diversas vezes com a cotação máxima nos principais guias italianos, o Aglianico del Vulture Basilisco está se tornando um ícone do sul da Itália.
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Bedin
www.colliasolani.itAo contrário dos inúmeros produtores industriais de Prosecco existentes no mercado, fomos buscar um pequeno vinicultor, um verdadeiro artesão. A família Bedin está há três gerações elaborando vinhos nas denominações de Montello e Colli Asolani, cujo clima temperado frio e suas suaves colinas proporcionam uvas perfeitas para a espumantização.
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Boscarelli
www.poderiboscarelli.comA propriedade agrícola "Poderi Boscarelli" nasce em 1962 do sonho dos marqueses Ippolito De Ferrari e Paola Corradi de redesenhar a tradição de um dos vinhos mais ilustres da Itália e um dos primeiros a receber o status de D.O.C.G. em 1980, o Vino Nobile di Montepulciano. A primeira vindima da propriedade foi no ano de 1965, e apenas 500 garrafas foram etiquetadas em 1967. Hoje a vinícola produz aproximadamente 80.000 garrafas e cultiva 18 hectares na zona mais nobre da denominação, a colina de Cervognano, com solos dotados de um maior percentual de calcário e textura equilibrada entre argila, limo e areia, que confere uma boa drenagem e muita elegância e complexidade aos vinhos.
O clima na região é temperado do tipo mediterrâneo, com verões secos e quentes e invernos frios, além de baixa pluviosidade. A amplitude térmica dia-noite é moderada, mas a ventilação é excelente, dada a orientação face à Valdichiana. Os vinhedos são plantados em alta densidade de 6000/7000 plantas por hectare e trabalhados com baixos rendimentos de 1,3kg de uva/planta, na média. A Prugnolo Gentile (clone local da Sangiovese) domina com 80% o encepamento dos vinhedos, o restante composto sobretudo de variedades autóctones como Canaiolo, Mammolo, Malvasia Nera e Colorino, além de algumas variedades internacionais.
A Sra. Paola De Ferrari Corradi conduz atualmente a vinícola ao lado dos filhos Luca e Nicolò, coadjuvados pelo grande enólogo toscano Maurizio Castelli. Além das 50.000 garrafas anuais produzidas de Vino Nobile di Montepulciano da "annata", forjado apenas com uvas autóctones (a legislação permite no entanto até 20% de uvas internacionais no corte) a família seleciona nos melhores anos uma pequena quantidade de Vino Nobile Riserva e também de um majestoso "monocru" plantado 100% com Prugnolo Gentile, o Nocio dei Boscarelli, que na safra de 2004 faturou a nota máxima nos três principais guias da Itália: Gambero Rosso, Duemilavini A.I.S. e I Vini di Veronelli.
Boscarelli goza atualmente de uma posição de prestígio entre os grandes produtores da Itália, e o mais importante, elaborando vinhos que primam pela classe, fidelidade, complexidade e acima de tudo, vinhos de pura alma toscana.
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Caprili
http://www.caprili.itUma família enraizada no precioso território de Montalcino, com 49 hectares na zona de Santa Restituta, onde são elaborados alguns dos Brunellos mais dramáticos e perfumados. A Sangiovese encontra nesse mesoclima de exceção os elementos capitais para gerar grandes vinhos, interpretados pelos Bartolommei e pelo famoso enólogo Paolo Vagaggini sob um ângulo bastante tradicionalista.
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Cardeto
www.cardeto.comCardeto é um produtor que logra aliar os baixos preços à alta qualidade e por isso é um êxito total em todos os mercados em que é exportado. Possui 1.200 hectares, sobretudo na zona clássica de Orvieto, onde a interação solo-clima permite o cultivo não só das tradicionais castas brancas, mas de tintas com resultados muito auspiciosos. A moderníssima cantina é palco para uma atuação profundamente técnica, mas sem perder a veia artística dos consagrados enólogos Riccardo Cotarella e Maurilio Chioccia.
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Case Bianche
www.colsandago.comMartino Zanetti é um determinado empresário do setor alimentar que busca a máxima qualidade em tudo que faz. Além de ser proprietário da famosa Hausbrandt Trieste 1892, uma das maiores e mais notórias empresas de café na Itália, investiu em uma bela colina perto de Conegliano, onde cultiva com esmero não só a regional Prosecco, mas também castas bordalesas e uma casta rara de origem austríaca denominada Wildbacher, de incrível perfil olfativo.
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Cesani
www.agriturismo-cesani.comPancole é um cru renomado a poucos quilômetros ao norte da cidade medieval de San Gimignano, que conserva ainda o patrimônio agrícola secular da região: cultivo das uvas Vernaccia branca e Sangiovese tinta, além de oliveiras, frutas típicas e o célebre açafrão. A familia Cesani chegou a este mágico pedaço da campanha toscana em 1950, e depositou ali sua confiança e todos os seus sonhos.
O apaixonado homem de vinha Vincenzo Cesani, atualmente coadjuvado pela sua filha Patrizia, sommelière e paladina do território, sempre esteve em busca de novas propostas, e se apoiou na consultoria de um dos melhores enólogos da Itália, Paolo Caciorgna. Não obstante a Vernaccia di San Gimignano seja o vinho mais conhecido da região, a primeira D.O.C. da Itália e agora D.O.C.G., foi através dos tintos superlativos à base de Sangiovese que os Cesani ganharam notoriedade junto aos principais guias e revistas especializadas da Itália.
A propriedade conta com 19 hectares a uma altitude média de 300 metros sobre o nível médio do mar, com um clima temperado do tipo mediterrâneo, de moderada pluviosidade. As colinas estão em face ao vale do rio Elsa, e gozam de um outono com ótimas condições para o amadurecimento das uvas. Os solos são pobres, com muito cascalho e alberese, rocha calcária de estrutura compacta.
A Cesani produz em torno de 90.000 garrafas anuais, "e está seguramente entre as (vinícolas) mais ativas e dinâmicas de San Gimignano", segundo o Guida L'Espresso Vini d'Italia 2006. O Gambero Rosso 2006 ainda coloca que "Vincenzo Cesani se confirma como um vinaiolo verdadeiro e determinado, e apresenta uma bateria de vinhos de ótimo nível e de forte conotação territorial".
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De Bartoli
www.marcodebartoli.comPara completar a melhor seleção de vinhos italianos autênticos do Brasil, não poderiam faltar no portfólio da Decanter os vinhos estupendos do protagonista do renascimento de Marsala e Pantelleria, Marco de Bartoli. Formado em enologia, Marco se tornou um piloto de corrida automobilística, até assumir a vinícola familiar em 1978. Desde então, foi uma revolução após a outra. Até seu falecimento neste ano, este artesão iluminado conseguiu dar outra conotação à imagem fora de moda e industrial do Marsala: a de vinhos de nicho, ultra-raros e sofisticados, entre os melhores goles de meditação do mundo.
? Os brancos impressionam pela pureza da fragrância e mineralidade. O Pietra Nera nasce em solos de rocha vulcânica com rendimentos de apenas 25hl/ha, e a Zibibbo, como é denominada localmente a Moscato de Alexandria, se revela com sutileza rara. Maravilhosos com cozinha mediterrânea de peixes e frutos do mar!
? O Vecchio Samperi Ventennale é um ícone do mundo do vinho italiano. Insatisfeito com os rumos industriais da denominação de Marsala, Marco criou um vinho nos moldes de como se fazia na região antes da chegada em 1770 do inglês John Woodhouse, criador do Marsala fortificado. Um longo processo de "solera" chamado perpetuum garantia uma complexidade ímpar e uma similaridade com os Jerezes. O Vecchio Samperi atinge seus 17,5º através da concentração pelo amadurecimento de mais de 20 anos em tonéis de carvalho, não através de fortificação com destilado vínico, por isto não pode ser um DOC Marsala. Uma jóia com 93 pontos na Wine & Spirits.
? Renato, Sebastiano e Giuseppina de Bartoli, filhos de Marco, felizmente herdaram os ensinamentos e a paixão visceral pelo Marsala, para seguir elaborando estes vinhos que podem desafiar os melhores fortificados do mundo! O Vigna La Miccia é ligeiramente mais adocicado (80g/l), e revolucionou a denominação por levar mistela rica em aromas primários e refrigeração na sua elaboração. Tem 90 pontos no Parker. O Riserva 10 Anni é fenomenal e oleoso, uma interpretação à moda "de Bartoli" de um Marsala Riserva que arrematou por 7 vezes os disputados 3 "bicchieri" no Gambero Rosso. Possui 56g/l de açúcar residual. Já o Vintage 1986 é simplesmente extraordinário, o primeiro Marsala tradicional elaborado por Marco, um vinho histórico.
? Bukkuram é o grande vinho da ilha vulcânica de Pantelleria, e um dos melhores vinhos de sobremesa da Itália e do Mediterrâneo. As Zibibbo de videiras velhas são postas a passificar ao sol entre muros de pedra vulcânica, enquanto outra parte passifica na planta. A longa fermentação em contato com estas passas deixa uma boa parte dos açúcares ainda presentes no vinho (132g/l), equilibradíssimo pela majestosa acidez. O envelhecimento por mais de 30 meses em barricas só serve a sublinhar os aromas mágicos que apenas esta ilha confere aos seus vinhos. Nota 93 na Wine & Spirits.
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Elena Walch
www.elenawalch.comElena nunca mais olhou para trás depois de entrar para uma das principais dinastias de vinho do Alto Adige, a dos Walch. Abandonou a profissão de arquiteta e em poucos anos se tornou uma das mais festejadas "donne del vino" na Itália. Com talento e profissionalismo extremos, sabe transformar as uvas dos vinhedos espetaculares de Castel Ringberg e Kastelaz em vinhos concentrados, de pureza cristalina e máxima expressão varietal.
O Alto Adige se transformou em pouco tempo numa das mais cobiçadas regiões vinícolas da Itália e do mundo, com uma pequena produção de apenas 1% dos vinhos italianos, mas de qualidade excepcional. A alta latitude e a situação orográfica costeando as margens meridionais dos Alpes, com a viticultura triunfando em vales morênicos e calcários dos rios Adige e Isarco, conferem à região uma situação climática preciosa, com verões quase mediterrâneos em calor e luminosidade contrabalanceados por noites muito frescas. Esta natureza de beleza rigorosa e pura permite a que diversas castas autóctones, francesas e alemãs convivam e produzam vinhos de classe, harmonia, com caráter intenso e peculiar.
Elena elabora uma longa lista de vinhos, "um arco-íris com muitas nuanças" como ela mesma gosta de definir o seu trabalho. Sua linha de entrada é a "selezione", com varietais de imenso caráter, diretos e puros. A linha "cru" traz vinhos de terroir, de notável complexidade, oriundos dos vinhedos de Castel Ringberg, expostos a sudeste em frente ao lago de Caldaro; e de Kastelaz, uma colina de perfeita exposição ao sul em Termeno (Tramin), a pátria da Traminer, progênie da Gewürztraminer. Coincidentemente ou não, em Kastelaz nasce o melhor Gewürz da Itália, especialidade de Elena. O Pinot Noir Ludwig da linha "favorites" é concebido com baixíssima produtividade, uma jóia de filigrana. A linha "riserve" traz uma coleção de vinhos estupendos, concentrados, longamente amadurecidos e com imenso potencial de guarda, como o fabuloso Lagrein de Castel Ringberg, que parece derreter na boca. Finalmente, na linha "grand cuvée", Elena seduz com o branco Beyond the Clouds e o tinto Kermesse, dois vinhos de autor elaborados com cortes de diversas castas trabalhadas com baixíssimos rendimentos nos melhores vinhedos da propriedade, dramáticos mas sem excesso de extração ou madeira, perfeitamente harmônicos e típicos.
Com nada menos do que 13 "tre bicchieri" - o galardão máximo conferido pelo Gambero Rosso - conquistados nas últimas edições, Elena Walch é não somente a melhor produtora de Gewürztraminer da Itália na atualidade, mas também figura no firmamento das grandes mulheres estrelas do mundo do vinho.
Produção anual total de apenas 350.000 garrafas.
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Fatascià
http://www.fatascia.comA vinícola Fatascià nasce em 2002 quando os jovens Gianfranco e Stefania Lena, após uma década de experiência na produção vinícola, decidiram elaborar vinhos sicilianos de altíssima qualidade, que fossem a pura expressão do território e ao mesmo tempo revelassem características inovadoras. Desta forma, "tipicidade e inovação" seria o norte da empresa, que ainda conta com a sociedade de Giuseppe Natoli e com a consultoria técnica do grande enólogo Riccardo Cotarella.
Devido ao longo tempo de concepção e envelhecimento dos vinhos, os primeiros produtos da safra de 2000 começaram a ser comercializados na primavera de 2002, obtendo um imediato reconhecimento do público e dos principais críticos e guias de vinho. Basta lembrar que o vinho Almanera 2001 foi contemplado com os máximos tre bicchieri (três copinhos) no famoso guia Gambero Rosso, sendo um dos mais jovens de idade e baratos na sua história a conseguir tal reconhecimento.
Os vinhedos próprios se encontram na área de San Giuseppe Jato, na província de Palermo, região norte-ocidental da Sicília. Estão localizados em colinas entre 350 e 800m de altitude, que gozam de um meso-clima mais fresco, ventilado e com boa excursão térmica em relação às áreas planas da ilha. O clima é tipicamente mediterrâneo, e os solos são bastantes variados: argilosos, calcários e arenosos, mas sempre com presença abundante de scheletro (pedras com mais de 20mm de diâmetro). O sistema de condução prevalecente é em espaldeira, com cordone speronato em alguns casos. A poda é em Guyot.
Desde 2004 toda a vinificação e engarrafamento ocorre na Azienda Vinicola Fatascià em San Giuseppe Jato, com as uvas primordialmente fornecidas pelos vinhedos de propriedade, a não ser em algumas denominações como Cerasuolo di Vittoria D.O.C. cujas uvas provêm de colaboradores qualificados.
A partir da primavera de 2004 a vinícola criou um novo projeto denominado Kailá, com o escopo de elaborar vinhos de alta qualidade a preços acessíveis.
Com uma produção anual girando em torno de 350.000 garrafas, a Fatascià oferece os mais belos frutos das zonas mais vocacionadas da Sicília, vinhos ricos e quentes como as terras do sul da Itália que lhe dão origem, além de extremamente harmônicos e persistentes.
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Ferrari
www.ferrarispumante.itFerrari é o maior nome da Itália em espumantes elaborados pelo método clássico. Um século de história, sempre presente nas principais celebrações esportivas, da moda, das artes, políticas e familiares, no seu país e no exterior, inclusive no Oscar e no Prêmio Nobel. Fundada por Giulio Ferrari em 1902, após um período de estudo de enologia na França, de onde voltou com uma convicção: o seu Trentino natal reunia as condições para se criar um espumante tão grandioso como o Champagne. Trouxe as primeiras mudas de Chardonnay para a região, e assim surgiu uma lenda, à qual Giulio dedicou-se integralmente até os 70 anos. A família Lunelli, referência na região no mercado de vinhos, assumiu então a empresa e a conduz brilhantemente até os dias de hoje, já em sua terceira geração. Este monumento da enologia italiana foi eleito nas comemorações dos 40 anos da Vinitaly, por um grupo de 2.350 especialistas de 66 países, a referência máxima em espumantes do país, e o seu cuvée de prestígio Giulio Ferrari, um mito nacional, tal como a famosa scuderia automobilística homônima.
Das 10.000 garrafas produzidas anualmente pelo fundador, a vinícola atingiu atualmente a produção de 4.800.000 garrafas nas mãos da empreendedora família Lunelli. Os 120 hectares de vinhedos próprios, entre os mais bem posicionados do Trentino, recebem o mesmo tratamento manual e ecológico dos outros 200 hectares controlados pela Ferrari. Espalhados em altitudes que variam de 300 a 700 metros sobre o nível médio do mar, com exposições ao sudeste e sudoeste, estes vinhedos de Chardonnay e Pinot Noir gozam de um clima tipicamente mediterrâneo no Valle dei Laghi, subcontinental no Val d'Adige e alpino no Val di Cembra. De um modo geral os verões são frescos e os invernos rígidos, com fortes excursões térmicas entre as estações e entre o dia e a noite, esta é inclusive a diferença mais marcante em relação à também famosa região de espumantes Franciacorta na Lombardia. A temperatura média anual é de 11ºC, próxima aos 10,5ºC da região da Champagne na França. As precipitações, nunca excessivas, distribuem-se uniformemente ao longo do ano e em forma de neve no inverno. As barreiras das montanhas ao norte protegem dos ventos gélidos, enquanto que os vales ao sul permitem a chegada do "föhn", um vento meridional morno e seco.
Os três enólogos e cinco agrônomos fixos da vinícola, um recorde em relação ao volume de produção, supervisionam todo o processo tradicional de elaboração de espumantes pelo método clássico de refermentação na garrafa, com períodos muito longos de autólise das leveduras, numa média de 36 meses, mas podendo chegar até 10 anos, outra marca recordista em âmbito mundial.
A Giulio Ferrari, como é carinhosamente chamada na Itália a cuvée de prestígio da Ferrari, é indiscutivelmente o melhor espumante do país, proveniente do excepcional vinhedo de Maso Pianizza e maturada por aproximadamente 10 anos sobre as lias antes do desgargalo. A influente revista alemã Weinwelt, com um corpo de 50 degustadores profissionais, a elegeu recentemente como o melhor espumante do mundo, à frente de nomes como Bollinger e Dom Pérignon. Nenhum vinho branco, tinto ou espumante já recebeu na Itália mais prêmios do que a Giulio Ferrari, incluindo 16 vezes os 3 "bicchieri" no Gambero Rosso, três vezes o Oscar del Vino do Duemilavini para as melhores etiquetas do ano, além de diversas notas máximas, como no Veronelli 2007 (Super 3 estrelas), no Bere Bene Spumante 2007 (5 esferas) e no Guida L'Espresso 2006, o "Vino d'Eccelenza".
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Franz Haas
www.franz-haas.itEsta pequena vinícola representa o que há de melhor no Alto Adige, estabelecida em 1880, mas de espírito extremamente inovativo e dinâmico. Aproveitando-se da riqueza das condições ambientais e vinhedos plantados com altíssima densidade de 12.500 pés por hectare, o artista-vinhateiro Franz Haas molda vinhos espetaculares, que coadunam a profundidade italiana com a precisão teutônica.
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Giuseppe Mascarello e Figlio
www.mascarello1881.comA centenária casa Giuseppe Mascarello e Figlio é um expoente brilhante da tradição no Piemonte, conduzida desde a safra 1967 por Mauro Mascarello e sua esposa Maria Teresa, coadjuvados entusiasticamente pelo filho Giuseppe, quinta geração da vinícola.
A família Mascarello está ligada à viticultura desde o início do séc. XIX, ainda como "massari" da marquesa Giulia Colbert Faletti de Barolo, na condução da Cascina Manescotto na comuna de La Morra. As atividades próprias da família se iniciam em 1881 com Giuseppe Mascarello, ao adquirir um pequeno vinhedo em Monforte d'Alba. A segunda geração, através do Sr. Maurizio Mascarello, tomou um importante rumo em direção à qualidade ao comprar, em 1904, uma das melhores vinhas históricas de Barolo, a Monprivato. Em 1921 plantou uma parte do vinhedo com clones selecionados de Nebbiolo da variedade superior Michèt. Este mesmo material genético foi empregado pelo seu filho Giuseppe "Gepin" na reconstituição dos vinhedos no início da década de 1960. Atento à qualidade, Gepin também substituiu todas as "botti" antigas por novas "botti" para ele especialmente confeccionadas, de carvalho eslov.
Mauro Mascarello, a quarta geração da família, assumiu a responsabilidade de conduzir esta "azienda storica" no ano de 1967, e após 10 anos de experimentos na vinificação, decidiu por continuar a trabalhar dentro de uma filosofia tradicionalista, malgrado as pressões que surgiram nas últimas décadas de buscar um estilo enológico mais internacional. Giuseppe Mascarello e Figlio é hoje um bastião da mais pura tradição de um dos melhores vinhos da Itália e do mundo, o Barolo.
Do patrimônio inigualável de vinhedos trabalhados em linhas orgânicas em Castiglione Falletto e Monforte d'Alba, à cantina secular, tudo é gerido sem concessões aos modernismos, e o resultado são vinhos atemporais, de caráter e alma austeros e profundos.
Resumindo em poucas palavras o que representa o Monprivato, é uma das melhores vinhas de toda a Itália, cadastrada como especial desde 1666 e monopólio de Giuseppe Mascarello e Figlio. Os seus poucos mais de 6 hectares estão perfeitamente expostos a sudoeste na comuna de Castiglione Falletto, onde são elaborados os Barolos mais clássicos, e o solo é pura marga riquíssima em calcário ativo e fossilização marinha, do período Helvético. Em Monprivato nasce um dos vinhos mais complexos, inspiradores e harmônicos do mundo, realmente indescritível.
Produção anual total de apenas 50.000 garrafas (12 vinhos diferentes, entre Barolo, Barbera, Dolcetto e Freisa).
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Gravner
www.gravner.itEm um mundo do vinho cada vez mais dominado pela indústria, pelo dinheiro e pela tecnologia de ponta, com resultados muitas vezes previsíveis, como explicar a coragem, o idealismo, a inspiração de um homem que elaborava os brancos mais premiados da Itália, modernos e totalmente pré-vendidos, e que decide abrir mão de tudo e seguir o seu instinto de trazer ânforas de terracota do berço do vinho, a Geórgia no Cáucaso, e passar a elaborar brancos macerados por 7 meses com as cascas, amadurecidos por até 7 anos em madeira, respeitando uma lógica ancestral de vinificação? Este homem é Josko Gravner, respeitoso do seu terroir espetacular no Collio, com solos perfeitos de marga, atento às fases da lua, às forças da natureza, e, antes de tudo, seguidor do seu sonho de deixar ao mundo uma auspiciosa contribuição: um grande vinho natural, genuíno e emocionante.
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Gulfi
www.gulfi.itEmocionante descoberta da Decanter na maior ilha do Mediterrâneo. O empresário ragusano Vito Catania fundou a Gulfi em 1996 com a clara convicção de querer valorizar o passado e a tradição enológica de mais de 2000 anos da Sicília. Percebeu que para isto o caminho orgânico, com vinhas antigas plantadas com castas autóctones em alberello, não irrigadas, seria a única via a se tomar. Apostou na grande uva Nero d'Avola e no território do sudeste da ilha, onde nascem pequenas partidas de vinhos de terroir excepcionais e, sobretudo, autênticos. Gulfi é hoje um dos melhores produtores orgânicos de toda a Itália.
? Os brancos mostram uma nova faceta da Sicília, pois são fresquíssimos e minerais, realmente surpreendentes. O Valcanzjria (todos os "j" podem ser pronunciados como "i") é trabalhado sobre as lias no inox e apresenta limão, nectarina, flores e pederneira, num contexto de enorme vibração. O Carjcanti é estruturado e complexo, permeado pela mineralidade da região de Monti Iblei. 4 "grappoli" em 5 para ele na safra 2008.
? Os tintos de entrada Rossojbleo e Nerojbleo encantam já no nariz, com aliciante territorialidade de Monti Iblei. Que grande uva é a Nero d'Avola: especiada, explosiva na fruta, balsâmica, quente, mas balanceada pelo cativante frescor! O Nerojbleo 2007 arrancou 92 pontos de Parker.
? Outro entusiasmante atributo da Nero d'Avola é sua transparência ao terroir, ou como ela se transforma e assume um caráter peculiar de acordo com as condições naturais de um vinhedo. Os espetaculares Nerobaronj, Neromaccarj e Nerobufaleffj são vinhos de "crus" da nobre região de Val di Noto, vinificados de forma semelhante, mas totalmente diferentes em suas expressões. O Nerobaronj mais quente e licoroso, o Neromaccarj com textura firme de solos calcários e potencial de guarda, e o Nerobufaleffj de imensa harmonia, elegância e vibração. Experiência única degustá-los lado a lado. 92 pontos no Parker para o Neromaccarj 2006, e 93 pontos no Parker para o Nerobufaleffj 2006 e para o Nerobaronj 2006, este último também finalista dos 3 "bicchieri" no Gambero Rosso 2010.
? O Etna é o vulcão mais alto da Europa e também uma das subregiões vinícolas mais comentadas da Sicília no momento, com explosivo potencial. O clima de montanha com grandes excursões térmicas e o solo de lava vulcânica consolidada, aliados à sedutora casta Nerello Mascalese, concorrem para o nascimento de tintos fantásticos e únicos. O Reseca origina-se de um vinhedo de apenas 2 hectares a 850 metros de altitude, plantado com videiras centenárias em "alberello". Seu frutado exótico, emoldurado por tons fortemente balsâmicos e minerais, encanta e nos transporta à Sicília de tanta beleza, história e emoção.
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Luciano Landi
www.aziendalandi.itO estilo único e reconhecível dos vinhos deste produtor nasce na comuna de Belvedere Ostrense (província de Ancona) na região do Marche, um novo expoente qualitativo da Itália Central. Os vinhedos se localizam em colinas de 250 metros de altitude que degradam no Mar Adriático, de solo calcário e argilo-calcário do período mioceno. O clima da região é mediterrâneo, muito condicionado pela altitude e disposição dos relevos: à medida que se distancia da costa, há um incremento substancial nas excursões térmicas e na pluviosidade. O setor mais setentrional do Marche, ao norte de Ancona, está mais sujeito à ação dos ventos frios do norte, como a Bora.
A vinícola foi fundada nos anos 50 por Sergio Landi, avô do atual gestor, Luciano Landi, com uma propriedade de 4 hectares de terrenos convertidos à cultivação das uvas típicas da região, a Verdicchio e a Lacrima, esta última já apreciada pela sua qualidade por Federico Barbarossa em 1167. Atualmente a azienda conta com 20 hectares de vinhedos especializados conduzidos em cordone speronato (tipo de espaldeira), plantados em alta densidade (6.500 plantas/ha), com baixa produtividade de 1kg/planta, nos quais também são cultivados um pouco de Montepulciano, Merlot, Cabernet Sauvignon e Syrah.
A nova cantina de vinificação, erguida em 1994, possui 50% de sua estrutura enterrada, onde se localiza a barriccaia para envelhecimento dos vinhos em madeira e conservação dos vinhos já engarrafados.
O Verdicchio de Luciano Landi é um típico branco mediterrâneo de enorme vocação gastronômica, oriundo da zona Classica (a mais idônea historicamente) de Castelli di Jesi . Uma das especialidades da vinícola, entretanto, é o seu tinto elaborado com a uva Lacrima, na Denominazione di Origine Controllata Lacrima di Morro d'Alba, inebriante em sua expressão floral de rosas da variedade mosqueta, sobre notas deliciosas de framboesa e amora madura.
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Lunelli
O perfeccionismo e a paixão da família Lunelli dos espumantes Ferrari também permeiam a elaboração de vinhos tranquilos no Trentino, em belíssimas propriedades ou "Masi" onde são cultivadas variedades que se exaltam em climas frios: Chardonnay, Pinot Bianco, Sauvignon e Pinot Noir. De 29 hectares nascem pouquíssimas garrafas de vinhos que pimam pela elegância extrema, o que mais poderíamos esperar dos imbatíveis irmãos Lunelli?
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Medici Ermete
www.medici.itFaz parte de a cultura italiana enxergar o vinho sempre na mesa, e um dos produtos da enotria que mais traduzem esta filosofia é o Lambrusco. Nas mãos de uma família comprometida há quatro gerações com o controle das suas vinhas e os detalhes na sua elaboração, este vinho frizante, intensamente frutado e brioso, se revela como um tesouro para escoltar diversos pratos da culinária mais celebrada do mundo. Se deixe encantar pelos Lambruscos dos Medici, certamente não são vinhos para reflexão, mas para regozijar-se no puro prazer da enogastronomia italiana!
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Michele Castellani
www.castellanimichele.itUma família inteiramente comprometida com a elaboração dos vinhos clássicos do veronese. As uvas provêm de 48 hectares de vinhedos postados na nobre zona colinar de Marano. Na cantina a tecnologia é de ponta e interfere apenas o necessário para a concepção de vinhos que aliam a tradição com a modernidade, a potência das uvas passificadas com a classe e definição.
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Montevertine
www.montevertine.itA elegância. A lenda. O pioneiro. Quando no início dos anos 70, para salvar o Chianti da crise de qualidade que o desclassificou após a Segunda Guerra, começam a aparecer os “supertoscanos” internacionalizados, um homem - o visionário Sergio Manetti - decide apostar na nobre uva Sangiovese e mostrar ao mundo sua excelência, e lança o Le Pergole Torte, primeiro grande Sangiovese “in purezza” da Toscana. Mais de três décadas se passaram, e ainda hoje o filho de Sergio, Martino Manetti, ao lado do maior enólogo “palatista” da história toscana, Giulio Gambelli, elabora os mais disputados, puros e elegantes vinhos de terroir da região. Outro clássico para a melhor seleção de vinhos italianos autênticos do Brasil, a da Decanter.
- O Pian del Ciampolo é a porta de entrada para se descobrir a pura elegância com tipicidade dos vinhos de Manetti e Gambelli, com violeta, cereja ácida e moranguinho silvestre, terra molhada e ervas mediterrâneas. Dorme 18 meses em “botti” de carvalho da Eslavônia.
- O fabuloso Montevertine, que na safra 2008 desponta com 92 pontos em Parker, origina-se de vinhas velhas e estaciona por 24 meses em grandes “botti”. Envelhece soberbamente, e quando desarolhado, dá a sua lição de harmonia e autenticidade.
- Le Pergole Torte é um mito, um verdadeiro “vinho cult”. Disputado por colecionadores em todo o mundo, vence a prova do tempo com galhardia, e após uma, duas ou três décadas de espera na garrafa só ganha em verticalidade e finesse. Nasce da vinha homônima plantada em 1968, e suas uvas supermaduras são longamente maceradas no mosto. Repousa por dois anos entre “botti” e pequenas barricas novas. É um vinho que redefine o conceito de elegância. Na safra de 2008 foi condecorado com os máximos 5 “grappoli”do Duemilavini 2012, mais um prêmio máximo para a sua vasta coleção de troféus.
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Nicodemi
Na província de Teramo, região de Abruzzo, a propriedade agrícola da família Nicodemi se estende por uma superfície de 38 hectares, em um único bloco. A partir da década de 70, Bruno Nicodemi implanta um programa de reconversão dos vinhedos de mezzadria para cultura específica direcionada para a qualidade. Os filhos Elena e Alessandro trouxeram um novo sopro de modernidade à empresa, e os últimos sete hectares já foram plantados com altíssima densidade, com condução em cordone speronato (sistema vertical) em confronto com os tradicionais vinhedos em tendone (sistema horizontal).
As duas castas protagonistas da região, a Trebbiano d'Abruzzo (ou Bombino Bianco) e a Montepulciano, são as principais cultivadas pelos Nicodemi. Os vinhedos localizam-se em uma zona colinar entre 250 e 300m de altitude, subapenina, com perfeita exposição leste/sudeste e características edafo-climáticas excepcionais. O macro-clima do Abruzzo é mediterrâneo condicionado pelos Apeninos Centrais a oeste e pelo Mar Adriático a leste. De marcado caráter continental na parte ocidental dos Apeninos, o meso-clima se torna mais agradável à medida em que se aproxima do mar, ainda assim com excursões térmicas importantes e temperatura média anual entre 12 e 16°C. A pluviosidade é baixa na costa e nas colinas intermediárias, aumentando nos primeiros relevos mais elevados dos Apeninos. Os solos são em prevalência calcário-argilosos, com textura moderada e pH aproximado de 6,7.
No processo de modernização da vinícola, a antiga casa colonial foi transformada em sala de barricas, com uma cantina subterrânea com sala de barris (bottaia) climatizada. Atualmente a vinícola tem como enólogo Paolo Caciorgna, que presta consultoria para importantes vinícolas do Vêneto à Sicília passando pelo Brunello, e como agrônomo o experiente Federico Curtaz, responsável pelos vinhedos de Angelo Gaja no Piemonte.
Os vinhos de Nicodemi impressionam pela boa dosagem da enologia moderna, sem comprometer todavia as características peculiares das uvas autóctones e do terroir local. Esbanjam fruta sem despencar para o overripe, e demonstram que o carvalho foi manejado com inteligência. O vinho de ponta da vinícola, o Montepulciano d'Abruzzo Colline Teramane Riserva Neromoro já é considerado um dos melhores da região, tendo obtido 91 pontos da Wine Spectator na safra de 2001.
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Pervini
www.accademiadeiracemi.it"A família Perucci é sem dúvida uma das protagonistas da renovação da vitivinicultura pugliese", segundo o Gambero Rosso. Liderados por Gregório Perucci, um profundo conhecedor do tórrido "salto da bota", começaram um trabalho de valorização das velhas castas autóctones e da renovação do plantio privilegiando o milenar sistema de alberello e o cultivo orgânico. Na cantina os vinhos são concebidos com bastante rigor tecnológico, mas e estilo final é intrigante e único.
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Pieropan
www.pieropan.itFundada em 1890, a casa Pieropan é um ponto de referência no mundo do vinho. Leonildo e Teresita, auxiliados pelos filhos Andrea e Dario, atingiram o vértice da qualidade em Soave, e mostram com seus brancos espetaculares todo o potencial da casta Garganega nos melhores vinhedos colinares da região: Pigno, Palestrello e La Santa, além dos consagrados Calvarino e La Rocca. Pieropan é o produtor de Soave que mais vezes ganhou os 3 "bicchieri" na história do guia mais abalizado da Itália, o Gambero Rosso, e no D'Agata & Comparini 2010, que está a ganhar notoriedade ano após ano, Nildo Pieropan foi eleito "Il Personaggio dell'Anno": "são os melhores Soaves, e para os verdadeiros experts, talvez ainda os melhores brancos da Itália, sobretudo o Calvarino".
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Pio Cesare
www.piocesare.itDesde 1881, Pio Cesare estabeleceu uma primazia no fornecimento das uvas à sua vinícola e ao longo de 127 anos os seus herdeiros consolidaram 45 hectares de posições deslumbrantes nas nobres zonas de Barolo e Barbaresco. O sopro de modernidade trazido por Pio Boffa, quarta geração, colocou a histórica vinícola entre as melhores do mundo, embora a filosofia de elaborar clássicos piemonteses se mantenha inabalável.
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Podere San Michele - Bremer
www.poderesanmichele.itO alemão Harald Bremer adquiriu uma propriedade agrícola na região da Maremma em 1973, e como enófilo, passou a elaborar o seu próprio vinho com grande entusiasmo. Harald e seu filho Bodo são também importadores conceituados de vinhos italianos na Alemanha e esmeram para que seu Vetluna traduza fielmente o espírito forte e indomável da Maremma toscana.
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Poggi
www.cantinepoggi.comCom uma tradição centenária na região de Bardolino, nas margens do lindo lago de Garda, a família Poggi participa ativamente da história desse vinho agradável e festivo. Claramente direcionada para a qualidade em detrimento do volume, produz um vinho de bom valor à mesa, em refeições informais.
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Redondèl
www.redondel.itPaolo Zanini é um dos melhores "teroldeguistas" da atualidade, um autodidata que herdou 4 hectares no Campo Rotaliano, berço da encantadora uva Teroldego. Este pequeno vinhedo emoldurado pelos Alpes e pelo rio Adige é reconhecido como "o mais belo jardim de videiras da Europa" e chega a atingir valores astronômicos por hectare. Os vinhedos da Redondèl, cultivados no tradicional sistema de "pergola dupla", possuem entre 40 e 60 anos de idade.
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Renzo Masi - Fattoria Di Basciano
A vinícola Renzo Masi e a Fattoria di Basciano são duas empresas da família Masi. Esta última localiza-se numa colina às margens do rio Sieve, e foi adquirida em 1932. Uma torre do século XIII domina o casario medieval, rodeado por vinhedos, oliveiras, bosques de carvalho e ciprestes. Nos anos 50 os vinhedos mistos com outras culturas foram substituídos por especializados, e, na década de 90, novamente replantados com alta densidade, sob a supervisão do enólogo e agrônomo Paolo Masi. Hoje a área total da propriedade é de 60 hectares, dos quais 30 são plantados com Sangiovese, Colorino, Canaiolo, Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah. O complexo abriga a cantina de envelhecimento em barricas, que está em processo de renovação completa.
Renzo Masi, por sua vez, é o nome da empresa "negociante", que compra e produz uvas para os seus vinhos de imbatível relação preço/qualidade. Sua produção é de 1.800.000 garrafas por ano, enquanto que a Fattoria di Basciano elabora 150.000.
A região do Chianti Rufina (pronuncia-se RÚfina), no nordeste da zona do Chianti, já foi reconhecida como superior em 1716, pelo edito do grão duque Cosimo III, que a delimitou geograficamente. Os solos são bastante similares às margas argilo-calcárias de Panzano no Chianti Classico, e as várias pequenas elevações ao norte protegem bem os vinhedos, gerando um mesoclima relativamente quente e seco.
Toda a família Masi está engajada atualmente no empreendimento, com o Sr. Renzo e sua mulher Anna Lisa administrativamente à frente, e o talentoso filho Paolo, formado na Universidade de Florença em 1990, no comando técnico, trazendo novo ímpeto para a qualificação e desenvolvimento dos produtos.
Os vinhos Renzo Masi - Fattoria di Basciano têm conquistado importantes premiações na mídia especializada internacional (inclusive da célebre revista inglesa Decanter, onde elencou três vinhos entre os melhores abaixo de £20,00), se posicionando entre os tops da região, mesmo com preços muito inferiores à média.
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Rocca Delle Macìe
www.roccadellemacie.comRocca delle Macìe é uma das mais dinâmicas vinícolas toscanas, que em pouco mais de um quarto de século conseguiu se afirmar como uma das mais importantes da Itália.
Sua fundação foi no ano de 1973, quando o diretor e cineasta Italo Zingarelli decidiu realizar o sonho da sua vida adquirindo a tenuta Le Macìe, com aproximadamente 85 hectares dos quais apenas dois eram de vinhedos, dando assim vida a esta vinícola no coração da denominação do Chianti Classico, em Castellina in Chianti.
Em 1978, a primeira vindima com a assinatura Rocca delle Macìe veio ao mercado, italiano e estrangeiro, obtendo rapidamente um consenso dos profissionais e do público em geral.
O amor e a paixão pela terra toscana foram transmitidos de Italo aos seus filhos Fabio, Sandra e Sergio. Em 1985 Sergio começa a trabalhar ao lado do pai, se ocupando da rede internacional de distribuição e, ao lado da mulher Daniela, em 1989, assume a direção da azienda. Desde então, o carismático Sergio desenvolveu um intenso trabalho em direção à qualidade, colocando Rocca delle Macìe numa posição de prestígio internacional, com excelentes premiações da mídia especializada.
Hoje a vinícola dispõe de cerca de 600 hectares, dos quais 200 hectares de vinhedos e 80 hectares de olivais, subdivididos entre as seis propriedades da família: Le Macìe, Sant'Alfonso, Fizzano e Tavolelle na zona do Chianti Classico, além de Campomaccione e Casamaria in Maremma na zona do Morellino di Scansano. Seus dois sensacionais supertoscanos - Roccato e Ser Gioveto - complementam a linha de clássicos toscanos: Chianti Classico de vinhedo específico (Tenuta di Sant'Alfonso), Chianti Classico Riserva (Rocca, Fizzano), Chianti Classico, Chianti (Vernaiolo), Toscana IGT (Rubizzo, Sasyr, etc.), Morellino di Scansano, Vermentino Maremma (Occhio a Vento), entre outros.
A produção total anual é de 4.500.000 garrafas.
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Salvioni - La Cerbaiola
Mais uma inestimável conquista da Decanter, possível apenas para quem vive de perto o mundo do vinho italiano. O Sr. Giulio Salvioni é um dos maiores personagens da história recente do vinho daquele país e desde a safra antológica de 1985, com a assessoria técnica do enólogo Attilio Pagli, tem presenteado a seu séquito de admiradores menos de 10.000 garrafas por ano de um Brunello que é a mais perfeita e inexplicável justaposição de concentração e finesse. Giulio é um dos maiores mitos da denominação, e juntamente com a família Caprili, um dos obstinados que brigam pela verdade em Montalcino.
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San Fabiano Calcinaia
www.sanfabianocalcinaia.itA propriedade agrícola San Fabiano Calcinaia está localizada entre as colinas da prestigiosa zona de Castellina in Chianti, dentro da Denominação de Origem Controlada e Garantida do Chianti Classico. O pequeno borgo medieval foi adquirido por Guido Serio em 1983, e data de 1.000 d.C. Investimentos foram realizados para a construção de uma nova cantina na estrutura do borgo, e os vinhedos foram plenamente reestruturados com plantios de alta densidade: 5.000/6.000 plantas por hectare. Atualmente a área plantada é de 42 hectares, para uma produção anual que gira em torno de 150.000 garrafas, perfazendo-se um baixíssimo rendimento médio de 28hl de vinho por hectare.
A zona do Chianti Classico se estende entre Florença e Siena, no centro da Toscana, e compreende 71.800 hectares. A fascinante paisagem colinar é rica em bosques, oliveiras e videiras, e está na confluência dos climas temperados continental e mediterrâneo. As excursões térmicas são relativamente altas entre o dia e a noite, e as precipitações, concentradas na primavera e no outono, estão na faixa de 600mm/ano. Os solos são bastante variados, com presença de galestro (rochas que se fragmentam em lâminas com pontas vivas), arenarie (rochas obtidas da consolidação de areia e argila), argila e calcário.
A condução técnica da vinícola está a cargo do famoso enólogo Carlo Ferrini, eleito já o "enólogo do ano" no guia Gambero Rosso. Nos últimos anos a vinícola tem se estabelecido como uma das melhores da Toscana, com notas altíssimas nos guias Gambero Rosso, Duemilavini da Associazione Italiana Sommeliers, nas revistas Decanter e Wine Spectator (entrou inclusive na lista dos TOP 100 em 2004 com o Chianti Classico Riserva Cellole 2001).
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Segnana
www.segnana.itQuando os irmãos Lunelli adquiriram a destilaria trentina Segnana de 1860 para levar suas "vinacce" fresquíssimas e perfumadas - partes sólidas das uvas que restam após a prensagem para os espumantes Ferrari - e extrair o seu "espírito", já esperavam elaborar as mais elegantes e complexas grappas da Itália. Com uvas dos melhores terroirs do Trentino, alambiques descontínuos a banho-maria e uma tecnologia de ponta na redistilação, os Lunelli deram outra magnitude de fragrância, finesse, complexidade e maciez à grappa.
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Soldera - Case Basse
www.soldera.itMais que um vinho, uma emoção! "Soldera é único. Insuperável. Inimitável.", como bem define Aldo Santini em seu livro "Brunello, sei grande!". No início dos anos 70, na nobre região de Santa Restituta em Montalcino, Gianfranco Soldera encontra o terroir dos seus sonhos para elaborar o melhor vinho possível dentro da sua ótica do agricultor iluminado: "nascido no vinhedo", um ecossistema completo e sustentável. Ao lado do melhor enólogo "palatista" da Toscana, Giulio Gambelli, passa a criar alguns dos mais autênticos, elegantes, longevos e perfumados vinhos do mundo. Suas profundas convicções e forte caráter lhe garantiram muitos apaixonados seguidores (além de alguns detratores). Sua filosofia inabalável transformou Case Basse em um templo de peregrinação, onde se vai para chorar perante o mais belo jardim de rosas da Itália, ouvir os mandamentos de um gênio já em seus 74 anos, admirar como um vinhedo pode ser extremamente vivo, ou se der sorte, dar alguns goles no mais raro, caro, debatido e venerado vinho de terroir da Itália.
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Tenuta Castelbuono
Mais um projeto da visionária família Lunelli dos espumantes Ferrari, cuja propriedade se estende em duas comunas: Montefalco, terra do Sagrantino di Montefalco DOCG, e Bevagna, lar do Rosso di Montefalco DOC. A cantina foi assinada pelo maior escultor vivo da Itália, Arnaldo Pomodoro, que encarou o desafio de ser arquiteto pela primeira vez e criou uma obra absolutamente única. A equipe enológica é do Gruppo Lunelli, que dispensa apresentações.
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Tenuta Podernovo
www.tenutapodernovo.itLíder inconteste em qualidade no mundo dos espumantes italianos, a família Lunelli da Ferrari se apaixonou por uma esplêndida propriedade na zona valorizadíssima de Terricciola, vislumbrando ali a criação de tintos de grande categoria. Com a experiência enológica adquirida em gerações e usufruindo das vantagens de posições geográficas maravilhosas, os bravos irmãos Lunelli estão construindo um império de excelência na Itália.
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Tommaso Bussola
www.bussolavini.comGole após gole, os vinhos de Bussola emocionam...Abençoado com um “entusiasmo genético” conforme ele mesmo, Tommaso começa a trabalhar na cantina do tio Giuseppe Bussola em 1977 e no profundo respeito às tradições e ao território, desenvolve a linha BG (Bussola Giuseppe) de vinhos clássicos. O fascínio gerado por estes vinhos impulsionou Tommaso a buscar ainda mais, e com práticas atualizadas no vinhedo e na cantina, este personagem enérgico da Valpolicella inova com a linha TB (Tommaso Bussola), uma coleção de vinhos soberbos, entre os mais concentrados do mundo, ainda que extremamente harmônicos.
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Valentini
"La cantina dell'anno" do Gambero Rosso 2011, título máximo no mundo do vinho italiano. Uma das 10 vinícolas que mais receberam 3 "bicchieri" na história do guia, 27 ao todo. O melhor produtor do Abruzzo, responsável por transformar um Trebbiano no grande vinho branco da Itália. O que mais dizer de Valentini? O legado do artesão Edoardo, gênio reservado, vinaiolo cheio de segredos, passou com seu falecimento em 2006 ao filho Paolo, igualmente furtivo, igualmente formidável. Cada uma das suas poucas garrafas anuais é disputada com fervor pelos melhores restaurantes italianos do mundo, e pelos amantes dos grandes vinhos autênticos italianos. Inestimável conquista da Decanter para o mercado brasileiro.
?? Há quem defenda que a Trebbiano d'Abruzzo seja idêntica à Bombino Bianco, e não se relacione com a mais neutra Trebbiano Toscano. Mas como Valentini conseguiu que um branco de Trebbiano d'Abruzzo das montanhas do sul se tornasse um ícone da Itália, o mais disputado vinho branco do país, é quase milagroso. Apenas 5%, isto mesmo, 5% do que colhe nos seus vinhedos em "pergola" de baixa produção aproveita para forjar o branco mais longevo de todo o Mediterrâneo, amadurecido por 24 meses em "botti" de carvalho da Eslavônia. Os aromas mudam a cada olfação, e o vinho dança no palato, com grande mineralidade. Nota máxima de 3 "bicchieri" no Gambero Rosso 2011 e de 5 "grappoli" no Duemilavini 2011 para o safra 2008, que precisa ser decantado para o consumo próximo, ou esperar pela sua maturidade por mais algumas décadas...
? Espetacular da mesma forma é o Montepulciano, originário de videiras de 50 anos de idade. Um vinho que mostra a mão abençoada também para tintos do "Lord of the Vines", como Edoardo sempre foi reconhecido pela imprensa internacional. Entre os tintos mais complexos da Itália, eleito na safra de 2006 um dos 3 "bicchieri " no Gambero Rosso 2011, ou seja, um dos 32 melhores 3 "bicchieri" dos 402 conferidos no ano. Além deste feito, arrematou os máximos 5 "grappoli" no Duemilavini 2011 e 94 pontos de Parker. Uma lenda feita para desafiar a prova do tempo!
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Villa Raiano
www.villaraiano.itSabino Basso já cultivava a idéia de elaborar grandes vinhos na sua região natal nos anos em que freqüentava a Scuola Enologica di Avellino, todavia o seu destino já estava traçado pela história da sua família, renomados produtores de azeite na Campania. Trabalhou nos últimos 20 anos com o objetivo de levar ao nível máximo de qualidade a empresa familiar.
A Villa Raiano nasce em 1996, a realização do sonho de Sabino, dividido com os irmãos Annarita e Simone, em valorizar o excepcional "terroir" da região da Irpinia e as suas nobres uvas autóctones: Aglianico, Fiano di Avellino, Greco di Tufo e Falanghina. O nome da vinícola homenageia um antigo burgo de Serino edificado inteiramente sobre a rocha
tualmente contam com 17 hectares de vinhedos próprios plantados em excelentes posições colinares na Campania. A vizinhança do mar Tirreno e a proteção em concha dos Apeninos, aonde chegam as últimas influências frias do Norte, determinam ao longo da faixa litorânea e dos relevos pré-apenínicos um clima temperado muito doce, com invernos moderados e verões secos e frescos. Afastando do mar o clima é mais continental. As precipitações são baixas em todas as zonas vitícolas, concentradas sobretudo no final do outono. Os solos alternam rochas dolomitas e calcárias, com presença argilosa em algumas parcelas.
Um dos mais famosos enólogos da Itália e grande referência da Campania, Luigi Moio, presta consultoria à Villa Raiano, que já se tornou uma das forças da região no guia Gambero Rosso. O estilo final é de grande densidade da fruta e respeito integral às expressões de cada casta em seu "terroir". Os vinhos demonstram enorme complexidade e capacidade de guarda, e são muito gastronômicos.
A produção anual gira em torno de 150.000 garrafas.
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Villa Russiz
www.villarussiz.itA história da Villa Russiz é de grande intuição, generosidade, paixão, empenho, sentimento e tradição. Começa com a intuição do conde francês Teodoro de La Tour, que vislumbrou em 1869 as colinas ensolaradas do Collio como um local especial para construir a vida com a mulher austríaca Elvine Ritter, e sobretudo para colocar em prática a sua paixão pela vitivinicultura e as técnicas modernas de vinificação que estavam surgindo na França naquela época. Ele foi o primeiro a perceber a essência da qualidade da região agora tão famosa do Collio: colinas perfeitamente expostas na congruência da influência amena dos Alpes Giulie com a brisa marítima do vizinho Mar Adriático. Nasce assim o conceito que é ainda a base fundamental da Villa Russiz, ou seja, levar à máxima expressão cada casta que se adaptou à região, com paixão e empenho total, quer seja em cada fila de vinha, quer seja na maravilhosa vinícola subterrânea do imponente castelo construído pelo conde. O símbolo de sentimento nesta história vem da condessa Elvine Ritter ao assumir Villa Russiz após o falecimento do marido em 1894, conduzindo os seus rumos até a Primeira Guerra Mundial, e não tendo filhos, estabelecendo um "Istituto Scolastico" paralelo para trabalhos junto à população carente. Outra condessa, a freira Adele Cerruti, recebe a tutela do Instituto após a morte da condessa, que se torna "Ente Pubblicco" e passa a administrar os bens de Russiz, então renomeados Istituto Cerruti e Villa Russiz, respectivamente. A atividade educativa e filantrópica é desenvolvida com a ajuda de congregações religiosas, regidas por um conselho administrativo, que também se incumbe da administração das atividades agrícolas, estas dirigidas tecnicamente pelo enólogo Gianni Menotti.
Gianni Menotti sucedeu aos 35 anos em que seu pai foi diretor/enólogo da Villa Russiz em 1988. Com extrema sensibilidade e conhecimento do território único em que forja seus vinhos, Menotti lançou nos últimos anos alguns dos grandes vinhos brancos e tintos da Itália, sendo reconhecido pelo principal guia de vinhos do país, o Gambero Rosso Vini d'Italia 2006, como melhor enólogo do ano, ao conquistar nada menos que dois vinhos com "3 bicchieri" e quatro vinhos com "2 ½ bicchieri". A Villa Russiz detém também uma estrela do mesmo guia pelos 17 "3 bicchieri" conquistados na sua história, bem como um "taste vin" de outro guia famoso, o Duemilavini da Associazione Italiana Sommeliers, reconhecendo os seus mais de 10 vinhos premiados com a nota máxima de "5 grappoli"
Os vinhedos da Villa Russiz localizam-se em colinas doces sobre Capriva del Friuli, na região demarcada de Collio, província de Gorizia. O clima na região do Friuli apresenta-se marítimo ao sul e tipicamente continental junto aos Alpes no norte, com as temperaturas médias caindo progressivamente à medida em que se aproxima das montanhas. As colinas do Collio Goriziano possuem um privilegiado meso-clima intermediário, ao abrigo de ventos frios como o Bora, pluviosidade menor que na zona alta pré-alpina e menor manifestação de névoas que na planície ao sul. A luminosidade é particularmente intensa devido à exposição ao meio-dia (sul sobretudo), bem como são intensas as excursões térmicas. Os solos são igualmente vocacionados para a viticultura de alta qualidade, praticamente compostos de pura marga (mistura entre calcário e argila de textura que esfarela) da era Terciária (Eoceno), em estratos de profundidade variável. As rochas da superfície se transformam com o tempo em argila muito fina.
Reconhecida mundialmente pela qualidade dos seus brancos, a região do Collio também entrega tintos da mais alta envergadura, como atestam os profundos Merlots da Villa Russiz. No reino dos brancos as castas principais plantadas são a Pinot Grigio, a Sauvignon, a Tocai Friulano, a Chardonnay, a Ribolla Gialla, a Malvasia Istriana, a Riesling e a Pinot Bianco. O vinhos de ponta da vinícola são os crus "Graf (conde em alemão) de La Tour" à base de Merlot, e "Gräfin (condessa em alemão) de La Tour" à base de Chardonnay, os quais já conquistaram inúmeras vezes os principais prêmios da Itália. A produção anual total da Villa Russiz gira em torno das 160.000 garrafas.
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Nova Zelândia
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Craggy Range
www.craggyrange.comCriada em 1997 a Craggy Range nasceu a partir do sonho de dois homens, Terry Peabody e Steve Smith, apaixonados por vinhos e pelo espetacular potencial do terroir neozelandês. Desde o início a proposta foi conceber vinhos que pudessem refletir de forma fidedigna as características de vinhedos específicos espalhados pelas ilhas norte e sul.
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Wild Rock
www.wildrockwine.co.nzWild Rock é um projeto da melhor vinícola da Nova Zelândia no momento, Craggy Range, que visa capturar o espírito de liberdade, um tanto selvagem e vivaz, deste país de natureza dramática e única. Conta com um dos mais respeitados viticultores do mundo, o Master of Wine Steve Smith, e um time de enólogos de primeira, todos imbuídos de um sonho de surpreender com vinhos sem a disciplina do Velho Mundo, mas carregados de caráter pulsante e frutado vibrante, com excelente relação preço/prazer.
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Portugal
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Altas Quintas
www.altasquintas.ptAltas Quintas é a concretização de um sonho de dois homens obsessivamente perfeccionistas. O proprietário João Lourenço e o grande enólogo Paulo Laureano ambicionavam criar os melhores e mais peculiares vinhos do Alentejo, e encontraram o sítio ideal em uma estreita faixa de terra encrustada na Serra de São Mamede, em cotas que rondam os 600 metros, trabalhadas com produtividade de apenas 35 hl/ha. O racional da diferença também está na adega dotada de luxuosos balseiros de carvalho com controle de temperatura e na apresentação irretocável dos vinhos. A obsessão foi compensada com o título de "Produtor Revelação do Ano 2006" pela Revista de Vinhos.
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Anselmo Mendes
www.anselmomendes.comAnselmo Mendes é considerado um dos mais talentosos enólogos de Portugal, e tem sob sua responsabilidade alguns dos melhores e mais afamados vinhos da região do Douro e do Vinho Verde. A sua ligação sentimental com a casta Alvarinho fez com que adquirisse uma pequena vinha colinar na zona de Monção, onde está produzindo e dignificando a casta do coração a níveis inimagináveis. Anselmo obteve o galardão máximo de "Enólogo do Ano" pela Revista de Vinhos, em 1997.
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Casa de Saima
Os vinhos da Casa de Saima são dificílimos de encontrar até em Portugal, não só pela escassa produção, mas por preconizar um estilo tão tradicionalista de Bairrada que os diletantes dessas garrafas cheias de "gosto do lugar" disputam cada mililitro colocado no mercado. Nessa região de solos argilosos a casta Baga impõe o seu reinado de vigor e austeridade. O enólogo fundamentalista Rui Alves e a proprietária Graça Miranda forjam com ela vinhos tintos únicos e insólitos, pisados e fermentados em lagares com cachos sem desengaçe, leveduras selvagens, tonéis avinhados, sem clarificação nem filtração.
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Cossart Gordon
www.cossartgordon.comA Cossart Gordon & Co. fundada em 1745 por dois jovens escoceses, é a mais antiga empresa produtora de vinhos Madeira e também parte integrante da Madeira Wine Company, que reúne ainda as marcas (Blandy, Leacock e Miles). Desde 1989 pertence a poderosa família Symington, líder no segmento de vinhos generosos portugueses.
O estilo dos vinhos é marcado pelos clássicos descritores aromáticos, com classe e profundidade e diferenciam-se em boca por menor doçura, mesmo quando elaborados com a Malvasia (Malmsey) ou Bual. Nas linhas de entrada com vinhos vendidos mais novos, a elaboração é realizada a partir de uma estufagem forçada, em armazéns construídos para este efeito. Tratamento diferenciado recebem os vinhos de qualidade superior, que envelhecem em cascos colocados em armazéns (geralmente nas partes mais altas), ficando aí sujeitos às variações naturais de temperatura, método denominado "canteiro". As temperaturas anuais em Funchal, onde estão estes depósitos, estão entre 18-22°C.
A Cossart Gordon coloca-se entre os maiores e mais sérios produtores na ilha da Madeira e as últimas premiações de revistas especializadas e certames internacionais reforçam isso:
RAINWATER MEDIUM DRY – 87 Pontos Wine Spectator
MALMSEY 5 YEARS OLD – 90 Pontos Wine Enthusiast "Editor's Choice"
10 YEARS OLD BUAL – 90 Pontos Wine Spectator
15 YEARS OLD BUAL – 90 Pontos Wine Spectator
VERDELHO COLHEITA 1998 – Medalha de Prata, Melhor na Categoria - International Wine Spirit Competition 2008
MALMSEY COLHEITA 1996 – Medalha de Ouro, melhor na Categoria - International Wine Spirit Competition 2008
TERRANTEZ 1977 – Prêmio de Excelência, Revista de Vinhos 2005
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Domingos Alves De Sousa
www.alvesdesousa.comO insuperável Sr. Domingos é simplesmente o único vinicultor em Portugal que já foi eleito o “Melhor Produtor do Ano” por mais de uma vez, em 1999 e 2006, o principal título no mundo do vinho lusitano, conferido pela conceituada Revista de Vinhos: “se existe algum produtor em Portugal que viva intensamente o seu vinho 24 horas por dia, esse alguém é Domingos Alves de Sousa”. Descendente de uma família de viticultores do Douro, apoiou-se num dos mais competentes enólogos do país, Anselmo Mendes, e hoje elabora os vinhos mais elegantes de Portugal. A diversidade ecológica das várias quintas é fidedignamente retratada nos seus vinhos de terroir.
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Dona Maria
www.donamaria.pt"Produtor do Ano 2009" na Revista de Vinhos, Júlio Tassara Bastos sustenta duas convicções: que tem em mãos a mais bela quinta da região de Estremoz no Alentejo, presente do rei D. João V à sua amante Dona Maria, denominada na altura Quinta do Carmo; e que nela pode elaborar alguns dos melhores vinhos de Portugal, num estilo de potência arrebatadora, porém gloriosamente frescos e minerais. Ao desfazer a sociedade com a Domaines Barons de Rothschild, Júlio não hesitou, reequipou a adega que produzia vinhos há 130 anos e comprou vinhas com 40 anos de idade. Chegou ao topo novamente, agora para ficar.
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Falua - Conde de Vimioso
www.falua.netJoão Portugal Ramos é outro nome consagrado que passa a integrar a imbatível seleção lusa da Decanter. Há mais de 20 anos que este grande personagem está ligado ao vinho português, primeiramente como enólogo consultor, e desde 1992, como produtor engarrafador. O Alentejo foi a região eleita para produzir os seus primeiros vinhos, e depois de muitos rótulos de sucesso, veio o Ribatejo, tendo como objetivo prioritário engrandecer os vinhos desta região promissora. Em 2004 nasce o seu projeto Falua, com instalações moderníssimas apetrechadas com os mais modernos equipamentos, aonde João Portugal traz uvas dos melhores vinhedos do Tejo - nova designação do Ribatejo - para transformá-las em vinhos de classe mundial.
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Quinta Da Plansel - Dorina Lindemann
www.plansel.comPlansel é um pequeno produtor vitivinícola com sede na região demarcada do Alentejo, subregião de Évora. A vinícola está intimamente ligada a uma outra empresa, os Viveiros Jorge Böhm Ltda., uma das maiores empresas portuguesas na produção de plantas selecionadas de videira e oliveira. Dorina Lindemann, filha do proprietário Jorge Böhm e competente enóloga, assessorada pelo excelente Paulo Laureano, estão encantando cada vez mais com seus vinhos carnudos e harmônicos, típicos mas com sotaque cosmopolita.
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Quinta das Maias
A Quinta das Maias é irmã da Quinta dos Roques, de propriedade da mesma família. Situada a 700 metros de altitude nas encostas da Serra da Estrela, 200 metros mais alta do que a Quinta dos Roques e coberta de vinhas bastante velhas com predominância da casta Jaen, tem um estilo próprio muito elegante, complexo e bom para guarda.
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Quinta de Foz de Arouce
www.fozdearouce.comRespeitado como um dos grandes nomes de Portugal no momento, mas de uma região menos conhecida perto da cidade de Coimbra, o conde João Filipe Osório, ou conde de Foz de Arouce, está neste projeto ao lado do seu genro, o famoso enólogo alentejano João Portugal Ramos. Ao contrário da Bairrada, nos 15 hectares plantados da quinta as influências atlânticas são moderadas, devido à proteção da serras da Lousã e da Miranda, entre outras. Neste terroir distinto, "eles conseguem trabalhar a uva Baga da melhor forma possível, e são possivelmente os melhores produtores de Baga em Portugal", segundo Parker.
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Quinta de Gomariz
www.quintadegomariz.comO caprichoso empresário Manuel da Silva Correia de Sá possui alguns dos vinhedos mais belos da região do Vinho Verde, e trabalha com zelo extremo para elaborar brancos e rosés de fina elegância. O clima fresco, os solos graníticos, as uvas típicas e tecnologia precisa garantem a peculiaridade destes vinhos tentadores, fragrantes e com um leve toque de gás carbônico a dar muita alegria à prova.
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Quinta dos Roques
www.quintaroques.ptUma viagem fascinante e acessível pelas principais regiões vinícolas e uvas autóctones de Portugal, Azul Portugal é um projeto que reúne alguns dos melhores enólogos do país como Anselmo Mendes, Nuno Bastos e Susana Pinho (Cave do Solar de São Domingos), Frederico Falcão (Companhia das Lezírias), Jaime Quendera (Casa Ermelinda Freitas), cada qual assinando um vinho cheio de caráter, num perfil mais despojado e moderno.
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Warre´s
www.warre.comA Warre's é a mais antiga casa britânica de Vinho do Porto, estabelecida em 1670. William Warre foi também o primeiro inglês a adquirir terrenos em Vila Nova de Gaia, do outro lado do rio Douro em relação ao Porto, cidade aquela que se tornou anos depois o centro dos armazéns e escritórios da companhias de Vinho do Porto. Em 1882 a família escocesa Symington entrou na sociedade da empresa, até adquirí-la integralmente em 1959. Hoje o grupo Symington é o mais premiado no mundo dos vinhos fortificados, concentrando em seu portfólio casas importantes tanto de Vinho do Porto e do Douro, como da Madeira (Warre's, Graham's, Dow's, Smith Woodhouse, Gould Campbell, Quinta do Vesúvio, Quinta de Roriz, Chryseia, Blandy's e Cossart Gordon).
A Warre's possui vinhedos nas melhores zonas do Cima Corgo e do Baixo Corgo, contando com as uvas das excelentes quintas: Cavadinha, do Alvito, Netas e das Andorinhas. A empresa também possui um vinhedo experimental, que permite uma comparação direta entre diversos clones de uvas, porta-enxertos e suas interações. Como a melhor das tradições deve andar ao lado da tecnologia, a vinícola está equipada com modernos lagares robóticos, desenvolvidos pelos Symingtons para similar com exatidão a pressão e a ação mecânica dos pés na pisa das uvas. Recentemente foi construído um grande armazém no Douro para o envelhecimento dos Portos tawny de categorias superiores, que já conta com 4.000 barricas de carvalho.
Além de ser "uma das gemas do Porto Vintage", segundo o jornalista da Wine Spectator e autor do livro "Vintage Port", James Suckling, a WARRE'S é líder no concorrido mercado inglês na categoria Tawny com indicação de idade, com a linha OTIMA, que causou uma verdadeira revolução na apresentação, no estilo e na forma de apreciar um Vinho do Porto. Não bastasse, produz o mais premiado Porto da categoria LBV (o único longamente envelhecido em cascos e na garrafa), e detém a marca mais antiga de Vinho do Porto no mundo, o "Vintage Character" WARRIOR, segundo mais vendido na categoria na Inglaterra e comercializado há mais de 250 anos. O seus RUBY e TAWNY básicos possuem uma incrível consistência, constituindo-se excelentes alternativas para Portos de categoria reserva, mais caros.
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Uruguai
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Bouza
www.bodegabouza.comA Bodega Bouza é um empreendimento familiar, um conceito de trabalho que respeita o meio-ambiente e se baseia na pequena escala, na qual cada parcela de vinhedo é cultivada e vinificada separadamente, logrando assim a máxima expressão do "terroir".
Os vinhedos estão situados junto a nascente do ribeirão Melilla, em Montevidéu. Estão em harmonia com a fauna e a flora local, diversificadas pela presença vizinha do rio Santa Lucía, que ali desemboca no grande estuário do rio da Prata. Os 23 hectares de vinhedos de propriedade da família estão divididos em duas zonas, na tradicional Las Violetas e em Melilla, vizinha ao rio Santa Lucía. Destes, 10 hectares são de videiras entre 20 e 40 anos de idade de Tannat, Merlot e Chardonnay, e 13 hectares de novas plantações de Tannat, Merlot, Tempranillo e Albariño. O manejo dos vinhedos busca uma importante exposição solar e rendimentos muito baixos, entre 20 e 40 hectolitros de vinho por hectare. O vinhedo A6 em Melilla tem aos pés das videiras uma faixa de cascalho cor de rosa que reflete o grau de luz ideal para um perfeito amadurecimento das uvas.
A região vinícola, próxima do paralelo 35, apresenta estações bem definidas: verões secos e ensolarados, invernos chuvosos e não muito frios, primaveras e outonos brandos e agradáveis. A influência do Oceano Atlântico e do rio da Prata é intensa, contribuindo para uma pluviosidade média-alta e também para mitigar as altas temperaturas de verão (máximo de 35°C). Os solos são limosos e argilosos, com alta percentagem de calcário, e a topografia é suavemente ondulada, com uma eficiente drenagem natural.
A vinícola foi construída sobre uma antiga "bodega" de 1942, mantendo seus conceitos originais durante a restauração. A tecnologia disponível é extremamente avançada, mas é empregada dentro de um conceito de respeito à fruta, de mínima intervenção em todos os processos de vinificação. A colheita se faz manualmente e as uvas são selecionadas grão por grão. As fermentações podem ser realizadas em cubas tronco-cônicas de carvalho francês com sistema de controle de temperatura ou em pequenos tanques de inox. A sala de envelhecimento dispõe de 200 barricas de carvalho francês e americano, climatizada a 15°C e controlada a 70% de umidade. Todo o deslocamento de uvas e caldos na vinícola se dá por gravidade, sem qualquer intervenção mecânica agressiva.
Os vinhos da Bodega Bouza se caracterizam pelas suas cores vivas e intensas, pela pureza e vibração da fruta no olfato e elegância no uso do carvalho, e, finalmente, pela boca concentrada, com taninos sempre polidos e acidez natural invariavelmente deliciosa.
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